- Donkey Kong Bananza é exclusivo para Switch 2 e tem uma opção no menu para restaurar o nível ao estado original caso o jogador quebre demais.
- Os criadores disseram que a destruição fica no centro do design, mas o mundo destruível precisa manter beleza e apelo visual.
- Em média, cada nível contém 347.070.464 voxels destrutíveis para sustentar o efeito desejado.
- A apresentação aconteceu no GDC de 2026, no moscone center, em são francisco, no dia 11 de março, com sala cheia.
- Motokura e Kurihara destacaram a fusão de ideias do time e a inspiração em títulos anteriores, como super mario odyssey, para criar mecânicas de destruição com block destructíveis.
Donkey Kong Bananza, exclusivo para o Switch 2, coloca a destruição no centro de um jogo de plataforma 3D. A apresentação aconteceu na GDC 2026, em San Francisco, com foco em filosofia de design, técnica de voxel e estética do mundo destruível.
Os desenvolvedores detalharam que a destruição precisava também ser visualmente atraente. O engenheiro de software Tatsuya Kurihara explicou que destruir o que parece belo é mais divertido, e que os cenários recebem toques visuais como flores, fauna e formações rochosas.
Cada nível apresenta milhares de voxels destrutíveis; a média mencionada é de cerca de 347 milhões, criados com o estilo próprio da Nintendo. A proposta é conciliar interatividade com beleza, elevando a experiência de destruição ao centro da jogabilidade.
Inspiração, equipe e metodologia
Kenta Motokura, produtor, explicou a ideia de usar a voxel tech para fundamentar o retorno de Donkey Kong aos jogos de plataforma em 3D. Kurihara revelou um protótipo inicial inspirado em técnicas usadas em Super Mario Odyssey para neve, blocos e itens destruíveis.
O duo destacou que o projeto nasceu de ideias simples, evoluídas por meio de colaboração ampla. O objetivo é fundir contribuições de diferentes áreas para criar uma experiência coesa e surpreendente, mantendo a equipe unida no desenvolvimento.
A apresentação também abordou a relação entre passado e reinvenção, citando cenas de jogos anteriores como inspiração para desbravar caminhos destrutíveis. O jogo inclui power-ups que alteram a forma como DK interage com o mundo.
A participação, a diferença de estilo entre a Nintendo e outras publishers e o papel da colaboração interna foram enfatizados como pilares do processo. A conferência encerrou com a imagem do núcleo do time por trás de Donkey Kong Bananza.
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