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8 coisas que aprendemos sobre o Pokopia, parecido com Animal Crossing

Previews de Pokémon Pokopia indicam mundo vivo, possivelmente pós‑apocalíptico, com Ditto reconstruindo cidades e habitats Pokémon para atrair moradores

© The Pokémon Company
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  • Pokopia é um jogo de vida com construção de vila para Switch 2, no qual Ditto se transforma em humano para ajudar a reconstruir a cidade; o inventário fica dentro do corpo, gerando ações cômicas ao usar ataques e manipular itens.
  • A proposta lembra Viva Piñata, com foco em criar habitats para atrair Pokémon e desenvolver a cidade conforme as condições de cada área.
  • O cenário pode ser pós-apocalíptico, com humanos ausentes e estruturas como Pokémon Center sendo reformadas para servir de hub de missões.
  • Há mecânica de fotografia similar a Poké Snaps, com pontos de foto que dão recompensas ao serem encontrados no mundo.
  • A campanha principal leva cerca de 20 a 40 horas, com conteúdos adicionais após o fim do jogo e eventos periódicos para incentivar o retorno dos jogadores.

Pokémon Pokopia, um sim de vida inspirado em Animal Crossing, ganhará uma versão para Switch 2 no dia 5 de março. Em previews, veículos de imprensa tiveram contato com o jogo e reuniram itens que ajudam a entender a proposta de construção de cidade e convivência entre Pokémon.

A jogabilidade coloca o jogador no papel de um Ditto que se transforma em humano para auxiliar outros Pokémon na reconstrução de uma cidade. O Ditto guarda itens no próprio corpo, o que rende momentos de humor físico, segundo as previews. O estilo lembra comédia de palco, com movimentos que revelam a personalidade do personagem.

Ambiente, inspiração e objetivo

As primeiras impressões apontam para traços de Viva Piñata, além de referências a Animal Crossing e Minecraft. A ideia central envolve criar habitats para atrair Pokémon específicos, como montar áreas com grama alta ou fogueiras para receber criaturas. Quando as condições estão certas, aparece o encontro com o Pokémon escolhido.

A premissa também sugere um cenário pós-apocalíptico, com construções humanas degradadas funcionando como hubs de tarefas para os Pokémon. O jogo promete usar esses ambientes para missões e para o avanço da comunidade.

Mecânicas de registro visual e som

O Ditto terá uma câmera para selfies e fotos. Em momentos de exploração, há oportunidades de fotografia que rendem recompensas no jogo, semelhante a PokÉmon Snap. A presença de pequenos momentos guiados pelos cenários promete incentivar a curiosidade do jogador.

A trilha sonora mescla temas clássicos da franquia, mantendo a identidade sonora de Pokémon. As previews destacam animações expressivas mesmo sem dublagem, com as criaturas comunicando estados emocionais por meio de gestos.

História do Ditto e duração do jogo

O enredo do Ditto envolve uma busca por informações sobre o treinador que o Pokémon perdeu. Transformações para o aspecto humano ajudam a perguntar a outros Pokémon sobre a figura ausente, trazendo tom melancólico à narrativa.

A duração para finalizar a história principal fica entre 20 e 40 horas, conforme o estilo de jogo adotado. Os responsáveis afirmam que há conteúdo adicional após o desfecho, incentivando novas jogadas.

Eventos e retorno de jogadores

Entre as novidades, há eventos periódicos que surgem em dias específicos para manter o interesse do jogador. A publicação reforça que, ao jogar com regularidade, podem ocorrer surpresas sazonais.

A equipe do PokéPokopia aponta que o objetivo é manter a cidade viva, com atividades que incentivem visitas e novas interações entre Pokémon. O jogo chega ao Switch 2 em 5 de março, trazendo uma visão de mundo compartilhada pelos previews.

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