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Mewgenics é antídoto ácido contra roguelites previsíveis

Mewgenics inova no roguelite ao substituir a progressão por gerações de gatos, unindo humor escatológico a alta imprevisibilidade e desafio extremo

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Mid-battle with a sandstorm.
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  • Mewgenics, novo jogo de Edmund McMillen e Tyler Glaiel, é roguelite no estilo Slay the Spire, com batalhas por turno em grid e quatro gatinhos por corrida.
  • Antes da missão, cada gato recebe uma classe (Mage, Thief, Fighter, Hunter) e habilidades aleatórias; ao final da empreitada você reinicia com uma nova equipe, mantendo só o que aprendeu.
  • A mecânica de reprodução permite gerar genéticas para uma nova geração de gatos; na próxima aventura você escolhe quatro para levar, enquanto gatos descartados vão para “entregas” que rendem vantagens.
  • O jogo oferece grande variedade de inimigos, eventos, itens e até canções, mantendo o humor grosseiro presente na proposta.
  • A avaliação aponta diversão e criatividade, porém o RNG pode atrapalhar bastante, com eventos adversos como a Tempestade de Areia; o lançamento está marcado para 10 de fevereiro no Steam, e há desejo de versão para Android/iOS.

Mewgenics é o mais recente jogo de Edmund McMillen e Tyler Glaiel. O título chega ao Steam em 10 de fevereiro e funciona como roguelite de turno, com batalhas em grade e uma equipe de quatro gatinhos que recebem classes antes das runs. O objetivo é vencer uma sequência de mapas, explorar eventos aleatórios e, ao final, aposentar a equipe na casa.

Cada corrida utiliza gatos com conjuntos de habilidades quase aleatórios, que definem estratégias e combinações. Ao vencer chefes, os felinos aposentados voltam à casa, enquanto o grupo seguinte é formado por novas gerações de gatinhos, gerando jogabilidade repetível e diferente a cada tentativa.

A proposta traz humor grosseiro e inventividade visual, com músicas próprias durante as cenas de combate. O jogo destaca grande variedade de encontros, inimigos, eventos e mecânicas únicas para cada equipe, além de componentes de simulação de reprodução e gestão de casa.

Jogabilidade e Progresso

O sistema de evolução privilegia aprender fazendo, já que habilidades aprendidas não acompanham para a próxima equipe. Gerações de gatos se fortalecem com o tempo, mas a chance de nascerem com traços específicos pode variar bastante entre as runs.

A cada nova formação de quartetos, surgem novas combinações de classes —Mage, Thief, Fighter e Hunter, entre outras que vão surgindo conforme o jogador avança. A diversidade de encontros aumenta a curiosidade, porém eleva a imprevisibilidade da jogabilidade.

A construção de estratégias envolve cuidar da casa, alimentação e bem-estar dos gatos, além de gerenciar talentos herdados. Eventos e mini-bosses aparecem de forma aleatória, mantendo o desafio e a curiosidade ao longo da experiência.

Desafios e Recepção

Alguns elementos de RNG geram situações extremamente desfavoráveis, como eventos que prejudicam toda a equipe a cada combate ou reposição de gatos com desempenho limitado. Em certos momentos, isso pode dificultar o progresso por longos períodos.

A crítica aponta que a brutalidade humorística e o ritmo de progressão podem cansar, especialmente diante de sequências de azar prolongadas. Ainda assim, a proposta é reconhecida pela criatividade, humor e pela variedade de possibilidades entre as equipes.

A obra é elogiada pela arte, pelo tom irreverente e pela qualidade musical, além da inventividade na concepção de jogabilidade. A recepção sobre o conteúdo adulto e de humor grosseiro deve variar conforme o público-alvo e a sensibilidade individual.

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