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Nioh 3: mundo aberto oferece reviravolta ao Soulslike sólido

Combate afiado e mundo aberto renovam a série, mas história fraca e curva de dificuldade irregular podem comprometer a experiência

Team Ninja / Koei Tecmo Games
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  • Nioh 3 abandona o formato de missões lineares e oferece mundo aberto expansivo, dividido em várias mapas que podem ser explorados em ordem quase livre.
  • O protagonista é Tokugawa Takechiyo, que volta no tempo ao período Sengoku para impedir tragédias causadas por um Great Evil Demon Guy.
  • O sistema de combate recebe uma inovação: alternância entre postura de samurai e postura de ninja, com armas e ferramentas variadas que influenciam a estratégia em cada luta.
  • A dificuldade é elogiada em momentos de combate, mas o jogo pode parecer fácil em boa parte do tempo, com picos de desafio mais ligados a números do que a design de bosses.
  • A história é apontada como fraca e pouco envolvente, enquanto a jogabilidade, ritmo e exploração são considerados pontos altos e que definem a experiência de Nioh 3.

Nioh 3 chega ao mercado com mudanças significativas na fórmula da série. A análise publicada pelo Kotaku avalia o título de Team Ninja e Koei Tecmo, destacando a adoção de mundo aberto e a proposta de explorar a história durante a passagem pelo Japão feudal. O foco é compreender o que funciona, o que falha e como a nova estrutura impacta a jogabilidade.

Segundo a avaliação, o jogo abandona missões lineares em favor de um mundo amplo, distribuído em mapas interligados. A exploração é valorizada, com segredos, dungeons e encontros com chefes inesperados. Contudo, a narrativa é apontada como fraca e pouco envolvente em comparação aos precedentes da série.

A análise observa que a jogabilidade permanece marcante, com combate fluido, tempos de parry e dodge bem comunicados, além da insubstituível sensação de controle. Um elemento novo é a troca entre postura de Samurai e de Ninja, ampliando opções estratégicas em cada luta.

Ainda conforme o texto, a curva de dificuldade é irregular. Em boa parte do game, inimigos e bosses podem parecer relativamente fáceis, aumentando a frustração em trechos finais onde o desafio volta a subir drasticamente. A progressão depende, em parte, de itens e níveis.

O comentário descreve o sistema de loot como generoso, com upgrades visíveis e melhorias de equipamentos. Porém, gerenciar itens e runas pode exigir pausa na exploração para vender ou desmontar equipamentos, o que pode interromper o ritmo de jogo.

O artigo destaca recursos de ajuda, como invocação de almas de jogadores e súditos controlados pela IA, que podem auxiliar em batalhas difíceis. Ainda assim, o texto sugere que o título funciona melhor quando o jogador evita depender excessivamente dessas assistências.

A crítica também comenta sobre caminhos narrativos. Embora haja avanços em certos momentos, a história é descrita como pouco conectada e de tom menos marcante que em Nioh 2. O tom geral é de que o jogo oferece altos momentos de qualidade, mas sofre com falhas estruturais.

Conclui-se que Nioh 3 é um título com “sensação” de jogo de alta qualidade na ação, mas com inconsistências que afetam ritmo e narrativa. A análise reconhece a audácia de mudança na fórmula e aponta potencial para futuras iterações da série.

A avaliação reforça que quem busca ação intensa e decisões rápidas durante o combate encontrará no jogo uma experiência sólida. No entanto, fãs da narrativa ou de dificuldades mais consistentes podem ficar insatisfeitos com a entrega atual.

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