- A activision quer combater devices de trapaça de hardware de terceiros em Call of Duty, incluindo XIM, Cronus Zen e ReaSnow S1, em Warzone e Black Ops 7.
- Em vez de detectar os dispositivos, a empresa passará a identificar padrões de entrada dos jogadores para banir os dispositivos.
- a análise foca em timing de entradas, consistência e padrões de resposta para diferenciar jogadas humanas de input modificado por máquina.
- as novas detecções de dispositivos externos chegam junto com a segunda temporada de Call of Duty: Black Ops 7, ainda nesta semana.
- a activision também reforça a proteção com tecnologia de anti-cheat baseada na nuvem, usando azure attestation para verificar o PC e evitar burlas de proteções de nível de sistema.
Activision intensifica a repressão a dispositivos de trapaça em Call of Duty, mirando principalmente XIM, Cronus Zen e ReaSnow S1. A empresa passou a detectar entradas de jogador, em vez de apenas identificar hardware externo, para banir os dispositivos. A medida envolve Warzone e Black Ops 7.
A mudança é parte de uma política de combate à trapaça que já havia sido iniciada há quase três anos, com resultados mistos. A companhia diz que esses aparelhos mascaram acessibilidade, mas são usados como ferramentas de trapaça.
A nova abordagem foca nas entradas dos jogadores, analisando tempo de input, consistência e padrões de resposta. Assim, é possível distinguir jogadas humanas de comandos modificados por máquinas, principalmente no controle de recuo e precisão.
Detecção baseada em entradas
Os mecanismos atualizados serão implementados junto com a segunda temporada de Black Ops 7. A Activision também traz tecnologia anti-cheat em nuvem mais robusta, usando Azure Attestation para evitar burlar proteções do sistema.
A novidade chega primeiramente aos modos Ranked, fortalecendo a verificação de integridade. A atualização complementa requisitos já existentes, como TPM 2.0 e Secure Boot, para dificultar ataques ao sistema.
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