- Cairn, jogo da Game Bakers, exige controlar separadamente os quatro membros da personagem Aava para escalar, tornando a subida mais desafiadora.
- O controle é considerado pouco intuitivo, com a câmera traseira dificultando identificar se você está mexendo no braço direito ou na perna esquerda.
- A progressão depende do planejamento cuidadoso do caminho de subida, alternando entre momentos de avanço e bloqueios repentos que podem fazer a personagem cair.
- Mesmo em terreno plano, o peso do equipamento de escalada deixa a personagem lenta, tornando o movimento deliberado necessário para tudo.
- O autor aponta a tentativa do jogo de reproduzir a sensação física da escalada como louvável, mas diz que a mecânica não funciona para ele e não continua por ora.
O que aconteceu: Cairn, jogo da Game Bakers, tem sido alvo de comentários sobre sua jogabilidade desafiadora. Em análise, o título exige que o jogador gerencie cada extremidade do personagem de forma independente, o que torna a escalada mais lenta e complexa do que em títulos semelhantes. A experiência é descrita como frustrante para quem busca fluidez imediata na progressão.
Quem está envolvido: a produção é conduzida pela Game Bakers, com a protagonista Aava como personagem central. O desafio está ligado ao design de controle, que demanda alternância entre membros e visão parcial, dificultando a compreensão de quais movimentos correspondem a cada braço ou perna.
Quando e onde: as avaliações acompanham a experiência durante o ato de subir penhascos no jogo, com a câmera posicionada atrás de Aava. A dificuldade persiste independentemente do cenário, seja em trechos mais estáveis ou em seções com bloqueios inesperados.
Por que: a proposta busca simular a experiência completa de escalada, exigindo planejamento minucioso e consciência corporal. A intenção é criar uma sensação de peso de equipamento e de esforço físico, algo que, segundo as avaliações, nem sempre se traduz em jogabilidade intuitiva.
Desafios de Controle
A jogabilidade depende da alternância entre várias extremidades. O que se vê na tela pode dificultar a distinção entre braço direito e perna esquerda. A câmera e o posicionamento visual contribuem para a sensação de confusão durante movimentos precisos.
A sensação de peso de equipamento reduz a velocidade de deslocamento mesmo em terreno plano. Por isso, o jogador precisa manter o foco para planejar cada passo, o que encarece a progressão em relação a títulos com movimentos mais diretos.
Mesmo com a disposição de destacar os membros ao pivotar, a precisão pode favorecer quedas ou retrocessos. A relação entre tela, controles e fisiologia simulada cria um dilema entre realismo e fluidez de jogo.
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