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Don’t Stop GirlyPop: shooter com visual ousado, mas pouco divertido

Apesar de estilo ousado e trilha sonora marcante, o combate de Don’t Stop GirlyPop é confuso e cansativo, prejudicando a experiência de jogo

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
© Kwalee / Kotaku
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  • Don’t Stop GirlyPop é um FPS indie com vibe Y2K, que será lançado no Steam em vinte e nove de janeiro.
  • O jogo foca em andar rápido e eliminar muitos inimigos em arenas, com mecânicas de pulo e dash que exigem pressionar três botões repetidamente.
  • Os combates, quando a ação está no pico, ficam confusos e difíceis de ler por causa dos visuais neon e dos modelos de inimigos.
  • Visualmente, o jogo se destaca pelo estilo ousado e colorido, lembrando mods de jogos clássicos como Unreal Tournament e Half‑Life, mas pode ficar bagunçado em telas cheias.
  • A trilha sonora é elogiada; porém, a jogabilidade pode desagradar pela sensação de controle e pela frustração com a clareza de dano aos inimigos.

Don’t Stop GirlyPop, um shooter indie de estética Y2K, foi lançado no Steam no dia 29 de janeiro. O jogo coloca o jogador como uma super soldado tentando conter uma invasão alienígena ligada a uma corporação. A jogabilidade foca em rápido deslocamento e combate intenso.

O título se destaca pelo visual bizarro, com cores neon e arenas de estilo low-poly. A trilha sonora é apontada como um ponto alto, com várias faixas que ficam na memória do jogador. No entanto, a experiência de combate é descrita como pouco satisfatória.

Segundo a avaliação, para atingir o máximo de velocidade é necessário repetir movimentos complexos de bunnyhop com três botões diferentes, o que cansa o jogador rapidamente. Em zonas de combate rápidas, a sensação de controle fica prejudicada.

Enquanto o ritmo acelerado aumenta a dificuldade, inimigos às vezes ficam difíceis de enxergar devido aos modelos simples e às texturas chamativas. Isso pode tornar o dano menos perceptível durante as lutas.

A jogabilidade também é criticada por tornar áreas de combate um pouco confusas, com ambientes que dificultam a leitura do que ocorre na tela. Em alguns momentos, manter o andamento exige mergulhar nas regiões mais densas de neon.

Apesar das falhas, a estética única e a direção musical atraem quem aprecia boomer shooters e referências dos anos 2000. O jogo utiliza elementos de comunicação por flip phone com o suporte de uma personagem em clipes de vídeo.

Na análise, a equipe destaca que o que funciona bem é a ousadia visual e a trilha sonora contagiante. Já o combate em si, segundo a avaliação citada, pode soar incoerente e pouco claro em alguns trechos.

A crítica recomenda acompanhar atualizações do título, já que ajustes de balanceamento e de interface podem melhorar a experiência de combate sem prejudicar o estilo visual. A avaliação completa está disponível no Kotaku.

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