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Chefe de Battlefield afirma que COD existe por culpa da EA ser ruim

Vince Zampella, ex-diretor de Medal of Honor, afirma que Call of Duty existe porque a Electronic Arts foi maldosa com Medal of Honor; hoje lidera Battlefield

© Image: Activision
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  • Vince Zampella, ex-diretor de Medal of Honor e cofundador da Infinity Ward, afirmou que a criação de Call of Duty foi impulsionada pela forma como a Electronic Arts tratou Medal of Honor, levando a equipe a migrar para a Activision.
  • Medal of Honor, lançado em 1999, definiu as bases do gênero FPS de guerra, atraindo atenção da comunidade e da crítica.
  • A proposta da Infinity Ward à Activision resultou em Call of Duty, lançado em 2003, que rapidamente ganhou destaque no mercado.
  • Zampella, hoje à frente da Battlefield, vê a mudança como um marco que moldou o futuro dos jogos de tiro em primeira pessoa.
  • Battlefield celebra seu sexto lançamento principal, enquanto Call of Duty continua dominante no cenário, ilustrando a evolução das rivalidades no setor.

A história dos jogos de tiro em primeira pessoa (FPS) é marcada por rivalidades e inovações, com a Medal of Honor desempenhando um papel crucial nesse cenário. Vince Zampella, ex-diretor de Medal of Honor e cofundador da Infinity Ward, revelou que a criação de Call of Duty foi impulsionada pela abordagem da Electronic Arts (EA) em relação à sua franquia. Em entrevista, Zampella afirmou que a EA “foi maldosa” com Medal of Honor, o que levou sua equipe a buscar novos horizontes na Activision.

Medal of Honor, lançado em 1999, estabeleceu as bases para o gênero de FPS de guerra, atraindo a atenção do público e da crítica. Zampella, que foi o designer principal de Medal of Honor: Allied Assault, destacou que a intenção original da Infinity Ward era continuar a desenvolver jogos dentro desse universo. No entanto, a decisão da EA de seguir um caminho diferente resultou na criação de Call of Duty, que rapidamente se tornou um ícone da indústria.

A Transição para a Activision

Após a ruptura com a EA, a Infinity Ward apresentou a Activision a proposta de um novo jogo de tiro histórico. O resultado foi Call of Duty, que estreou em 2003 e rapidamente conquistou o mercado. Zampella, agora à frente da Battlefield, reflete sobre essa transição como um ponto crucial que moldou o futuro dos FPS.

Atualmente, Battlefield celebra seu sexto lançamento principal, enquanto Call of Duty continua a dominar o cenário dos jogos. A rivalidade entre as duas franquias é um testemunho da evolução do gênero e das decisões estratégicas que moldaram a indústria. A história de Zampella exemplifica como as mudanças nas relações entre estúdios podem gerar inovações significativas e impactar o desenvolvimento de jogos a longo prazo.

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