- The Information informou que o Facebook assinou acordo exclusivo para levar os jogos Splinter Cell e Assassin’s Creed para os headsets Oculus.
- Ubísoft, dona das duas franquias, já lançou jogos em realidade virtual, como Eagle Flight e Star Trek: Bridge Crew.
- Jogos exclusivos são uma estratégia-chave para o Oculus Rift e o Quest, já adotada por outras publishers, embora muitos sejam projetos originais de equipes menores.
- O relatório não detalha quais empresas Facebook pode adquirir ou se os títulos seriam para realidade virtual, aumentada ou jogos tradicionais.
- A empresa também anunciou a nomeação de Jason Rubin como chefe de iniciativas especiais de jogos, indicando uma atuação mais ampla no setor.
Facebook pode fechar acordo exclusivo para levar Splinter Cell e Assassin’s Creed para seus headsets Oculus. A informação aparece em reportagem do The Information, publicada nesta manhã, sem muitos detalhes sobre como os jogos seriam adaptados.
Segundo a publicação, as obras integrarem uma ofensiva maior da empresa para adquirir estúdios e apoiar jogos exclusivos. Oculus já vinha atuando nesse modelo de forma mais contida, em paralelo a produtos de terceiros.
Ubisoft, dona de Splinter Cell e Assassin’s Creed, já lançou títulos de realidade virtual, como Eagle Flight, exclusivo de lançamento para Oculus Rift, além de um jogo cooperativo inspirado em Star Trek. Também desenvolveu “VR escape rooms” baseados em Assassin’s Creed, disponíveis apenas em locais específicos.
*Contexto de exclusividades*
A estratégia de exclusividade de Oculus não é inédita no setor. A Sony tem adotado rota semelhante, oferecendo exclusividade temporária ou permanente a franquias relevantes para PlayStation VR, destacando parcerias com desenvolvedoras de peso. A Valve, por sua vez, mira conteúdos exclusivos para SteamVR, com potenciais retornos de franquias como Half-Life.
A reportagem aponta que a Meta está ampliando atuação no segmento de jogos, com Jason Rubin assumindo a liderança de iniciativas especiais de gaming. A guinada ocorre em meio a críticas regulatórias sobre privacidade e antitruste, além da concorrência acirrada com jogos multiplayer como Fortnite. Detalhes sobre empresas envolvidas ou áreas de atuação (VR, AR ou jogos tradicionais) não foram divulgados.
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