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Bruna Marquezine relembra alfineta na Globo e choro no set levou ao RH

Bruna Marquezine relata choro frequente no set da Globo, cobrança excessiva e ida ao RH; afirma ter desenvolvido Síndrome da Impostora

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  • Bruna Marquezine afirmou ter passado por uma situação delicada no bastidor da Globo durante as gravações de I Love Paraisópolis (2015), dizendo que chorava com frequência.
  • A atriz relatou vulnerabilidade causada pela exposição do namoro com Neymar e cobranças constantes, sem receber apoio adequado.
  • Ela foi chamada ao RH por choro frequente nos bastidores, e ouviu de um supervisor que precisava ser mais como uma atriz que admirava.
  • Marquezine disse ter desenvolvido a Síndrome da Impostora na época, creditando parte da cobrança ao ambiente de trabalho e à sociedade.
  • Ela também comentou ter presenciado tratamento desigual no elenco, ressaltando a importância de terapia para lidar com essas experiências.

Bruna Marquezine relatou ter vivido uma experiência extremamente delicada nos bastidores da TV Globo durante as gravações da novela I Love Paraisópolis, em 2015. A atriz afirmou que chorava com frequência nos intervalos de produção e que a exposição do namoro com Neymar contribuía para o momento de vulnerabilidade. Ela disse ter sido chamada ao RH por esse choro, sem receber apoio claro.

Na noite desta segunda-feira, a artista contou que recebeu cobranças constantes e foi instruída a agir como outra atriz que admirava. Segundo ela, a sugestão recebida para compor o trabalho envolvia passar o crachá e interpretar de forma diferente. Esse episódio, segundo Bruna, a feriu profundamente e a deixou em situação de fragilidade.

Em entrevista no programa Power Talks, Bruna relatou que, à época, não recebeu suporte adequado e descreveu o ambiente como desigual nos bastidores. Ela afirmou que só com muito trabalho terapêutico conseguiu olhar para trás e entender que a sociedade impõe cobranças aos profissionais. Hoje, a atriz mencionou ter superado parte das dificuldades.

Comentando ainda o contexto, Bruna disse ter desenvolvido a Síndrome da Impostora durante aquele período, o que afetou a percepção de merecimento e capacidade. Ela ressaltou que o aprendizado veio com terapia e que não aceitaria passar por situações semelhantes novamente, mesmo sem citar nomes.

A artista mencionou que trabalhou com diversos colegas na novela, incluindo Tatá Werneck, Giullia Buscacio, Carolina Oliveira e Maurício Destri, com quem teve vínculo romântico durante a produção. Ela não informou a identidade do responsável pelas cobranças durante o debate.

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