- Bruna Marquezine, hoje com trinta anos, relembra aos dezoito ter vivido um período muito vulnerável com o namoro exposto enquanto era protagonista de I Love Paraisópolis (2015).
- Ela afirma que o foco no relacionamento não foi uma decisão sua e que lidava com uma vida pessoal amplamente exposta e um namoro difícil.
- No bastidores da novela, Bruna chorava com frequência; houve uma reclamação no RH por atrapalhar maquiagem.
- Durante o bate-papo no Power Talks, promovido pela Kérastase, ela relatou ter ouvido de um homem que precisava “passar o crachá e começar a interpretar”.
- A situação contribuiu para o desenvolvimento da síndrome da impostora, que ela disse ter superado com terapia e autocompaixão.
Bruna Marquezine relembrou uma fase marcada pela exposição da relação com Neymar aos 18 anos, enquanto era protagonista de I Love Paraisópolis. A atriz, hoje com 30, descreveu o período como vulnerável e desafiador.
Ela contou que o namoro ganhou destaque midiático enquanto a novela ainda não passava por boa fase. A pressão externa e a visibilidade de sua vida pessoal contribuíram para um momento de grande insegurança, segundo suas palavras.
Durante um debate em São Paulo, na noite de segunda-feira, no evento Power Talks promovido pela Kérastase, Bruna detalhou o peso da exposição. Ela afirmou que chorava nos bastidores e chegou a receber advertência formal por interferência na maquiagem.
Bastidores de I Love Paraisópolis e o impacto na autoestima
Na sequência, a atriz citou a sensação de estar sob vigília constante, com Wolf Maya à frente da direção e Caio Castro e Maurício Destri no elenco. Ela relatou ter desenvolvido a síndrome da impostora, reconhecendo dificuldades em internalizar seu sucesso.
A intérprete de Mari afirmou que, com o tempo e terapia, passou a acolher a própria trajetória. Ela ressaltou que, diante de situações semelhantes hoje, não aceitaria passar pelo episódio novamente. O relato integra um olhar sobre a evolução pessoal e profissional desde aquele período.
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