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Bruna Marquezine relembra namoro com Neymar aos 18 anos

Bruna Marquezine relembra aos dezoito anos fase vulnerável com namoro exposto a Neymar e pressão de protagonizar I Love Paraisópolis, com advertência no RH

Neymar e Bruna Marquezine no jantar da amfAR, em 2018
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  • Bruna Marquezine, hoje com trinta anos, relembra aos dezoito ter vivido um período muito vulnerável com o namoro exposto enquanto era protagonista de I Love Paraisópolis (2015).
  • Ela afirma que o foco no relacionamento não foi uma decisão sua e que lidava com uma vida pessoal amplamente exposta e um namoro difícil.
  • No bastidores da novela, Bruna chorava com frequência; houve uma reclamação no RH por atrapalhar maquiagem.
  • Durante o bate-papo no Power Talks, promovido pela Kérastase, ela relatou ter ouvido de um homem que precisava “passar o crachá e começar a interpretar”.
  • A situação contribuiu para o desenvolvimento da síndrome da impostora, que ela disse ter superado com terapia e autocompaixão.

Bruna Marquezine relembrou uma fase marcada pela exposição da relação com Neymar aos 18 anos, enquanto era protagonista de I Love Paraisópolis. A atriz, hoje com 30, descreveu o período como vulnerável e desafiador.

Ela contou que o namoro ganhou destaque midiático enquanto a novela ainda não passava por boa fase. A pressão externa e a visibilidade de sua vida pessoal contribuíram para um momento de grande insegurança, segundo suas palavras.

Durante um debate em São Paulo, na noite de segunda-feira, no evento Power Talks promovido pela Kérastase, Bruna detalhou o peso da exposição. Ela afirmou que chorava nos bastidores e chegou a receber advertência formal por interferência na maquiagem.

Bastidores de I Love Paraisópolis e o impacto na autoestima

Na sequência, a atriz citou a sensação de estar sob vigília constante, com Wolf Maya à frente da direção e Caio Castro e Maurício Destri no elenco. Ela relatou ter desenvolvido a síndrome da impostora, reconhecendo dificuldades em internalizar seu sucesso.

A intérprete de Mari afirmou que, com o tempo e terapia, passou a acolher a própria trajetória. Ela ressaltou que, diante de situações semelhantes hoje, não aceitaria passar pelo episódio novamente. O relato integra um olhar sobre a evolução pessoal e profissional desde aquele período.

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