- Sabrina Carpenter recebeu uma ordem de proteção de cinco anos contra William Applegate, que teria tentado entrar na casa da cantora várias vezes.
- A ordem determina que Applegate fique a pelo menos cem jardas da cantora e de dois familiares que moram com ela, além de proibir contato e posse de armas.
- Applegate compareceu à audiência sem advogado e afirmou que eles precisam ficar juntos por estarem envolvidos em um suposto programa militar; Carpenter não foi chamada para testemunhar por videoconferência.
- Segundo a reportagem, o homem teria ido à residência da artista mais de uma dúzia de vezes e, anteriormente, teria sido preso após supostamente agredir um segurança e chegar à porta da casa.
- O juiz David L. Wasserman ordenou cumprimento da decisão e disse que Applegate deve obedecer à ordem; não há, ao menos até o momento, acusações criminais apresentadas, mas há investigação em andamento.
Sabrina Carpenter obteve uma ordem de restrição de cinco anos contra um homem que, segundo a artista, tentou várias vezes entrar em sua casa em Los Angeles. A medida exige que William Applegate permaneça a pelo menos 100 jardas da cantora, de sua irmã e do parceiro desta, que moram com ela, além de proibi-lo de possuir armas de fogo ou manter qualquer comunicação com Carpenter, conforme apurado pela Associated Press.
O homem, de 31 anos, compareceu ao tribunal sem advogado. Durante a audiência, afirmou que ele e Carpenter devem ficar juntos o mais rápido possível por estarem envolvidos em um programa militar classificado que vigia a segurança nacional e global. Carpenter pretendia testemunhar remotamente, mas não foi chamada.
Detalhes do caso
Segundo a AP, Applegate teria tentado entrar na residência da cantora mais de uma dezena de vezes. Em petição, Carpenter alegou que foi presa após agredir um segurança e alcançar a porta de sua casa no mês passado, retornando alguns dias depois.
Applegate reconheceu ter estado na residência e disse que a cantora desejava que ele estivesse lá, alegação contrária aos relatos de equipe de Carpenter e autoridades. Em contraprova, ele afirmou que ficaria longe da artista se ela assim o dissesse, e, em contrarréplica, teria escrito que Carpenter tentou se comunicar olhando para ele durante uma apresentação no Coachella.
A advogada de Carpenter, Blair Berk, afirmou ao juiz que a cantora teme pela própria segurança e pela de familiares devido às ações de Applegate. O juiz David L. Wasserman orientou o réu a cumprir a medida e não contatar Carpenter de nenhuma forma.
Segundo a AP, ainda não foram apresentadas acusações criminais formais contra Applegate; porém, uma investigação criminal está em andamento. Não há informações sobre declarações públicas de representantes de Carpenter ou de Applegate no momento.
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