- Isis Valverde teve processo trabalhista movido por ex-cozinheira encerrado em novembro de 2025, com acordo homologado pela Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro.
- A defesa da atriz, feita pelo advogado Ricardo Brajterman, contestou as acusações de jornada exaustiva e afirmou que não houve obrigatoriedade de 12 horas diárias de trabalho.
- Segundo Brajterman, a relação entre Isis e a ex-funcionária incluía gestos de apoio, como oferecimento de uma casa e pagamento de curso de culinária, e o acordo foi validado pela Justiça.
- O acordo previa o pagamento de cinquenta mil reais por parcela, totalizando trinta mil reais, dividido em seis prestações mensais, com multa de 50% em caso de atraso.
- A ex-funcionária alegava jornada das oito horas e meia às oito ou oito e meia, com intervalo de vinte minutos, além de acúmulo de funções; a defesa negava os horários e ressaltava que a trabalhadora frequentava cursos e que havia outros funcionários na residência.
Isis Valverde rebate acusações de ex-cozinheira e defesa afirma que acordo encerrou o caso em novembro de 2025. A defesa contesta a versão trabalhista da ex-funcionária, especialmente a acusação de jornada exaustiva.
A ex-cozinheira ajuizou ação em 2014, alegando funções acumuladas e horas extras. O processo tramita na Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro. A dispensa ocorreu em novembro de 2021, segundo os autos.
O acordo foi homologado pela Justiça do Trabalho do Rio, em novembro de 2025, encerrando o litígio. A atriz pagou R$ 30 mil, em seis parcelas, conforme decisão judicial, com multa por atraso.
Entenda o caso
Segundo a defesa da atriz, a ex-funcionária recebia cursos e moradia fornecidos pela empresa, e o relacionamento estava dentro da lei trabalhista. A ex-funcionária contesta os comprovantes apresentados pela defesa e mantém pedidos por diferenças de FGTS, horas extras e danos morais.
O advogado de Isis, Ricardo Brajterman, afirmou que Isis atua com frequência fora do país e que a rotina da artista derruba a alegação de 12 horas de trabalho diárias. Ele disse ainda que houve respaldo jurídico ao acordo e que houve críticas como parte de ataques nas redes.
A defesa da ex-funcionária não respondeu até o fechamento desta matéria. Os autos seguem disponíveis para consulta das partes envolvidas e da Justiça.
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