- A juíza federal rejeitou 18 ações da queixa de Dawn Richard contra Sean “Diddy” Combs, em grande parte por o prazo de prescrição ter expirado.
- A decisão, datada de 12 de junho, determinou que a primeira contagem — violação da Lei de Proteção de Vítimas de Violência Motivada por Gênero de Nova York — seja rejeitada sem prejuízo, permitindo refil no tribunal estadual.
- Richard alegou, em uma ação de 55 páginas, que Combs a apalpou diversas vezes, a prendeu dentro de um carro por duas horas e a ameaçou de morte.
- A advogada de Richard disse que planejam refazer o caso no tribunal estadual de Nova York, conforme a decisão.
- Um representante de Combs não comentou imediatamente, mas disse à Billboard que a decisão reforça que alegações não são provas e que os tribunais avaliam os casos sob padrões legais.
A juíza federal Katherine Polk Failla rejeitou a ação movida por Dawn Richard contra Sean “Diddy” Combs e derrubou a maioria das alegações de abuso sexual e quebra de contrato. A decisão envolve uma ação civil aberta pela ex-integrante da Danity Kane e do Diddy-Dirty Money, iniciada em setembro de 2024.
No veredito divulgado na sexta-feira, a magistrada extinguiu integralmente 18 itens de reclamação com base no marco temporal, impedindo, em boa parte, que as acusações seguirem pelo sistema federal. No entanto, determinou que a primeira linha da ação, relacionada a uma suposta violação da Lei de Proteção para Vítimas de Violência Motivada por Gênero de Nova York, seja rejeitada sem prejuízo, permitindo que a parte possa apresentar novamente o caso nos tribunais do estado.
A advogada de Richard afirmou que a parte pretende refazer a demanda no estado de Nova York, mantendo o principal pleito sob a referida lei. Em resposta, um representante de Combs não comentou imediatamente, mas informou a imprensa que a decisão destaca que alegações não configuram provas e que os tribunais avaliam as reivindicações conforme padrões legais vigentes.
Decisão judicial e próximos passos
A decisão, datada de 12 de junho, aponta que a maior parte dos pedidos não está dentro do prazo prescricional, o que levou à rejeição de grande parte das acusações. Segundo a ordem, apenas a questão central envolvendo a violação da legislação de violência motivada por gênero pode ser reaberta no estado. O processo continua aguardando desdobramentos na esfera estadual, conforme a defesa de Richard.
A representante de Dawn Richard afirmou que a estratégia é refazer a ação no estado, mantendo o foco no núcleo da denúncia, relacionado a violência de gênero. A reportagem não conseguiu obter comentário adicional imediato de Combs. A situação mantém-se sob análise jurídica, com decisões futuras possíveis apenas no âmbito estadual.
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