- Joe Pantoliano, durante a estreia de Bound no Tribeca Festival, cita “as três Ms” para a saúde mental: masturbação, medicação e meditação, ressaltando que a esposa cuida da masturbação e que ele usa um suplemento.
- Em vez de medicação, ele afirma que caminha — segundo o hospital psiquiátrico McLean, um passeio rápido de quinze minutos equivale a aproximadamente noventa miligramas de Prozac; ele caminha todos os dias.
- O ator aponta histórico de vícios, incluindo sucesso, sexo e álcool, explicando que buscava algo para afastar um vazio profundo.
- Pantoliano foi diagnosticado com depressão clínica em dois mil e sete e já escreveu dois livros sobre questões de saúde mental; criou a organização No Kidding, Me Too! em dois mil e nove para reduzir o estigma.
- O artista disse estar surpreso por celebrar Bound após trinta anos, elogiando a performance dos irmãos Wachowskis e o potencial do filme na época.
O ator Joe Pantoliano revelou, em entrevista exclusiva, uma tríade de hábitos que considera importantes para a saúde mental: masturbação, medicação e meditação. A declaração foi feita durante a première de 30 anos do filme Bound, no Tribeca Festival.
Pantoliano explicou que, em vez de medicação, costuma adotar caminhadas diárias. Segundo ele, um passeio rápido de 15 minutos, conforme relatos de uma clínica, pode equivaler a 90 mg de Prozac. O ator também ressaltou um histórico de lutas com dependências.
Com 74 anos, o artista já discutiu publicamente transtornos mentais, incluindo depressão clínica diagnosticada em 2007. Ele relatou que, ao longo dos anos, utilizou autoremediação e reconheceu episódios de uso excessivo de substâncias para lidar com o sofrimento.
O intérprete de Ralph Cifaretto em The Sopranos também mencionou que enfrentou vãos de bem-estar ao longo da carreira e que buscou entender suas dificuldades como um problema de saúde mental, não como falha pessoal. O tema ganhou espaço em suas intervenções públicas.
Pantoliano é conhecido por ter criado, em 2009, a organização No Kidding, Me Too!, com o objetivo de desestigmatizar questões de saúde mental. O ativismo acompanha uma trajetória de abertura sobre lutas pessoais e profissionais.
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