- moradores de Palermo, na Sicília, protestam contra o casamento de Dua Lipa e Callum Turner, que ocupa a cidade por três dias.
- ruas centrais foram fechadas, há presença forte de polícia e zonas sem drones durante o fim de semana.
- cartazes em inglês e italiano foram afixados dizendo frases como “Palermo não está para aluguel” e “Nossa praça não é sua sala de estar”.
- o evento é estimado em cerca de US$ 1,73 milhão e atrai críticas de residentes sobre os transtornos.
- os noivos realizam recepção de cocktail na sexta-feira, seguida da cerimônia oficial no sábado, após casamento civil realizado em Londres.
Locais em Sicily vivem um fim de semana atípico: a cidade de Palermo recebe uma celebração de casamento entre Dua Lipa e Callum Turner, com duração de três dias. A organização do evento levou ao fechamento de praças centrais e à instalação de rígidas medidas de segurança, justificadas pela própria assessoria dos noivos. O objetivo é garantir a cerimônia e as recepções, sem interromper o funcionamento normal da cidade para moradores.
Barracas de fiscalização, bloqueios de vias e perímetros de segurança foram montados ao redor de praças como Piazza Sant’Anna e Piazza Croce dei Vespri. A cidade também viu a imposição de zonas sem drone e a exigência de acordos de confidencialidade para alguns moradores, segundo reportagens locais.
Moradores relatam transtornos, como estacionamento longe de casa e deslocamentos obrigatórios para o trabalho, explicando que a cidade parece mais um parque temático durante o fim de semana. O custo total do evento é estimado em cerca de 1,73 milhão de dólares, conforme tabloides britânicos citados pela imprensa.
Protestos e reações locais
Posters e graffiti surgiram em várias áreas públicas, com mensagens contrárias ao grande evento. A mobilização envolve moradores que denunciam invasão de espaço público e impacto na rotina cotidiana. Em palcos e ruas, a repercussão envolve comerciantes e residentes que descrevem o período como desafiador.
Relatos de comerciantes indicam que o acesso a estabelecimentos ficou mais difícil, com a necessidade de deslocamentos longos para serviços vizinhos. A manifestação também reflete disputas entre interesses de turismo de alto padrão e a vida cotidiana da cidade, sem que autoridades tenham se pronunciado publicamente sobre medidas futuras.
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