- Carol Celico negou nas redes sociais ter dito ter se separado de Kaká por ele ser “perfeito demais”, afirmando que a frase nunca saiu de sua boca.
- Ela explicou que aquilo teria origem em uma interpretação de uma jornalista de uma entrevista de 2022, viralizando em sites no Brasil e no exterior como se fosse citação oficial.
- A empresária afirmou ter tomado conhecimento da repercussão durante a gravidez de nove meses do filho mais novo e disse ter recebido ataques misóginos e críticas nas redes.
- Carol disse ter recorrido à Justiça para impedir que a frase volte a ser associada a ela e destacou que usou instrumentos legais para se defender.
- Em publicação, pediu que o posicionamento tenha a mesma repercussão das fake news e reforçou que ninguém deve ser definido por algo que nunca disse.
Carol Celico rebate fake news que afirmava ter encerrado o casamento com Kaká por ele ser “perfeito demais”. Em vídeo publicado nesta quinta-feira (28), a empresária nega ter feito essa declaração.
Ela afirma que nunca mencionou a separação por ele ser perfeito demais e que a frase não saiu de sua boca. Segundo Carol, a frase teve origem em uma entrevista de 2022 e foi interpretada por uma jornalista estrangeira.
A empresária contou que a história ganhou força após ser publicada em tabloides internacionais e replicada por sites no Brasil e no exterior, como se fosse citação oficial. Ela diz que isso nunca aconteceu.
Carol relembra que, à época do conteúdo viral, estava grávida de nove meses e cuidava dos filhos enquanto trabalhava na empresa. Ela relata ataques misóginos e críticas intensas nas redes.
Ela afirma ter considerado medidas judiciais para impedir que a frase continue associada ao seu nome, destacando que decidiu recorrer aos meios legais para defesa.
Na publicação, a empresária reforça que a mentira alimenta discurso machista e que sua imagem foi usada sem autorização. Ela pede que o posicionamento tenha a mesma repercussão das notícias falsas.
Repercussão e medidas
A reportagem acompanha que a história gerou críticas online e ataques pessoais, além de alegações de uso indevido da imagem para venda de conteúdos. Carol ressalta que não há registro de confirmação de tais palavras.
A defesa de Carol aponta para a necessidade de esclarecer fatos e exigir responsabilidade de veículos e plataformas que difundem informações. O caso segue sob acompanhamento público nas redes sociais.
Ela encerra ressaltando que cada uma deve ser reconhecida pelo que é, sem ser definida por algo que nunca disse, mantendo o foco na carreira, na maternidade e na vida profissional.
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