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Irmãs de Matthew Perry acusam assistente de aplicar ketamina e deixar ator morrer

Irmãs de Matthew Perry acusam o assistente Kenny Iwamasa de ter administrado dose fatal de ketamina e deixado Perry em um hot tub para morrer, antes da sentença

Matthew Perry’s sisters called out his assistant, Kenneth “Kenny” Iwamasa, for “repeatedly” injecting him with ketamine when he died in October 2023. Seen here: Perry and his sister Madeline Morrison in 2002.
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  • Irmãs de Matthew Perry acusam o assistente Kenneth “Kenny” Iwamasa de ter lhe aplicado repetidamente ketamina no dia da morte, em outubro de 2023, em sua casa em Pacific Palisades, Califórnia.
  • Madeline Morrison afirmou que Iwamasa teria deixado Perry em uma banheira quente para morrer e que contou mentiras aos familiares sobre o que ocorreu.
  • As declarações de vítima foram feitas antes da sentença de Iwamasa, que está sob julgamento na mesma data.
  • Outros réus já se declararam culpados pelas acusações ligadas ao fornecimento de ketamina para Perry e à operação de tráfico de drogas.
  • As sentenças dos demais envolvidos incluem: Chavez — oito meses de prisão domiciliar; Sangha — quinze anos de prisão; Plasencia — 30 meses; Fleming — dois anos, com mais três anos de supervisão.

Matthew Perry morreu em outubro de 2023 em sua casa em Pacific Palisades, na Califórnia, após uso de ketamina. Sua assistente, Kenneth Iwamasa, é acusada de ter administrado doses repetidas e, segundo as irmãs, deixado o ator em uma banheira para morrer. A audiência de sentença ocorre nesta semana.

As irmãs de Perry, Caitlin e Madeline Morrison, afirmaram em um depoimento de vítima que Iwamasa forneceu uma dose letal de ketamina e abandonou Perry na banheira. Elas descrevem sensação de traição ao descobrirem o que aconteceu.

Segundo os documentos, Iwamasa teria mentido para familiares sobre os fatos do dia da morte. Madeline relatou que o comportamento dele nos dias que se seguiram era turbulento e que isso pesou no funeral.

Envolvidos e andamento do caso

Iwamasa, Chávez, Fleming e outros envolvidos já se declararam culpados de diferentes crimes ligados ao fornecimento de ketamina e à operação de uma rede de tráfico de drogas para Perry. Entre as penas, houve prisão e medidas alternativas.

Chávez recebeu prisão domiciliar de oito meses; Sangha foi condenado a 15 anos de prisão pela participação no abastecimento de ketamina e na prática de tráfico de drogas. Plasencia foi sentenciado a 30 meses, e Fleming a dois anos, com três anos adicionais de supervisão.

A defesa e a promotoria não divulgaram novas informações publicamente até o momento. A família Perry continua buscando esclarecer todos os fatos e responsabilizar os envolvidos pelo que ocorreu.

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