- Isabel Teixeira vive em um apartamento ateliê em São Paulo, onde misturam trabalho, descanso e lembranças de família.
- Na casa, a atriz exibe itens raros, como um piano Steinway herdado da avó, peça de apenas oito exemplares no Brasil.
- Também aparecem retratos do avô Moacir e dos bisavós, além de edições históricas de Guimarães Rosa (Grande Sertão: Veredas, Sagarana, Corpo de Baile) autografadas pelo escritor para o avô.
- O avô Moacir foi jornalista que, na década de cinquenta, ajudou a criar a Ilustrada, um dos cadernos culturais mais importantes de São Paulo.
- O espaço ganhou notoriedade durante participação no programa Pode Entrar, do GNT, em que Isabel mostrou o apartamento e falou sobre a relação entre vida e trabalho.
Na novela Quem Ama Cuida, Isabel Teixeira interpreta a vilã Pilar, irmã de Arthur Brandão. Enquanto a personagem busca a fortuna da família, a atriz vive fora das câmeras rodeada de memórias, livros históricos e objetos que atravessaram gerações.
Em 2025, durante o programa Pode Entrar, no GNT, Isabel abriu as portas de sua casa ateliê em São Paulo. Ela descreveu o espaço como o sonho de muitos anos que ganhou vida, misturando trabalho, estudo e vida familiar.
O apartamento como refúgio criativo
A atriz revelou que o imóvel, antes com perfil comercial, foi transformado em residência. O espaço funciona como local de criação, descanso e inspiração para a vida profissional.
Entre móveis, samambaias e itens de família, o lar abriga um museu afetivo dedicado às memórias da carreira. A casa serve de cenário para a rotina de ensaios, leitura de textos e preparação de cenas.
Itens históricos que chamam a atenção
Um piano Steinway herdado da avó, pianista clássica, ganhou destaque. Isabel contou que existem apenas oito exemplares iguais no Brasil, o que o torna uma peça rara.
Retratos do avô Moacir e de bisavós também compõem o acervo familiar. Autografias de Guimarães Rosa estão entre as lembranças preservadas no espaço.
Conexão com a história da família
A atriz explicou que o avô Moacir foi jornalista na década de 1950 e contribuiu para a criação de um caderno cultural de destaque em São Paulo, a Ilustrada. Ela disse que o espaço atual mantém viva essa memória.
Essa relação entre vida pessoal e profissional reforça a dimensão do ambiente como extensão criativa de Isabel. Enquanto Pilar encanta na tela, a morada revela uma trajetória familiar marcada pela cultura e pela literatura.
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