- A irmã Dayanne Bezerra criticou a Globo após a exibição da prisão de Deolane Bezerra com a Interpol durante viagem à Itália.
- Daniele Bezerra, outra irmã, afirmou que a reportagem mostra um espetáculo negativo e que invadir uma casa com fuzis, diante de uma criança, não é justiça.
- A Polícia Federal investiga Deolane por possível lavagem de dinheiro ligada ao Primeiro Comando da Capital, com a defesa da influenciadora atuando como intermediária financeira.
- A polícia planejava prender Deolane em Roma, na Itália, mas a influenciadora retornou ao país antes de deflagrar a operação.
- A defesa afirma que a divulgação excessiva viola direitos, gerando exposição vexatória e questionando a presunção de inocência.
Antes da matéria exibida pela TV Globo, Dayanne Bezerra, irmã de Deolane Bezerra, criticou a emissora por veicular a notícia sobre a prisão da influencer durante viagem à Itália. Ela chamou a reportagem de exposição vexatória.
Daniele Bezerra, outra irmã da advogada, também se manifestou contra a cobertura e afirmou ter refletido antes de gravar o vídeo. Ela classificou o episódio como espetáculo e destacou violação de direitos e da presunção de inocência.
A investigação aponta Deolane Bezerra como suspeita de participar de lavagem de dinheiro ligada ao PCC. A polícia considera que ela e suas empresas atuariam como intermediárias financeiras da organização criminosa, segundo apurações oficiais.
A polícia pretendia prender Deolane em Roma, na Itália, mas a influenciadora retornou ao Brasil antes da deflagração da operação, adiando a ação por alguns dias. O material do Fantástico trouxe imagens do momento da prisão em casa.
Contexto da prisão
Deolane Bezerra é alvo de investigação por suposta participação em esquema de lavagem de dinheiro ligado ao crime organizado, conforme apuração policial. A defesa nega irregularidades, sem detalhar à imprensa. A agência de aplicação da lei continua com o processo.
Abordagem jornalística
As informações em curso destacam que Deolane teria utilizado sua visibilidade nas redes para movimentar recursos, conforme a linha de investigações. Não havendo conclusão, o inquérito segue em andamento. O material televisivo ampliou o escrutínio público.
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