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Vencedores do MasterChef Brasil hoje: como mudaram após o reality

Vencedores do MasterChef Brasil Amadores expandem carreira com negócios próprios, cargos de chef executivo e personal chef, além de cursos e presença nas redes

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  • A 13ª temporada do MasterChef Brasil Amadores estreia na Band no dia 26 de maio, mantendo o formato que reúne cozinheiros amadores com técnicas profissionais.
  • Elisa Fernandes, 1ª campeã (2014), hoje trabalha com eventos, receitas e cursos, após dirigir o Clos Wine Bar & Bistrô em São Paulo (empresa já fechada).
  • Izabel Alvares, campeã da segunda temporada (2015), comanda o serviço de catering Abelha e produz conteúdos de receitas e bastidores.
  • Leo Young, vencedor da terceira temporada (2016), é chef-executivo do Tatá Sushi em São Paulo e tem forte presença nas redes sociais.
  • Michele Crispim, vencedora da quarta temporada (2017), criou marca de sobremesas, participou de programas como Iron Chef Brasil e abriu o Florella Bistrô & Café.

A 13ª temporada do MasterChef Brasil Amadores está perto da estreia na Band TV. O retorno do formato desperta expectativa entre o público, com a favorita a entrar no ar no próximo dia 26 de maio. O programa mantém o foco em provas técnicas e desafia cozinheiros amadores a disputarem o troféu.

O MasterChef Amadores já consolidou seu papel de carro-chefe do formato, mesmo com outras edições já confirmadas para 2026, como Profissionais, Kids, 60+, Confeitaria e Famosos. O reality tem mostrado forte apelo popular ao longo dos anos.

Vencedores e trajetórias após o programa

Entre os campeões da edição, destacam-se nomes que seguiram caminhos variados. Elisa Fernandes abriu portas para projetos de gastronomia, embora o Clos Wine Bar & Bistrô tenha encerrado suas atividades. Izabel Alvares hoje comanda o Abelha, serviço de catering para eventos.

Leo Young, terceiro campeão, atua como chef-executivo do Tatá Sushi e mantém presença expressiva nas redes com conteúdos sobre estilo de vida e culinária. Michele Crispim criou uma marca de sobremesas e abriu o Florella Bistrô & Café, em São Paulo.

Maria Antônia Russi seguiu carreira como personal chef, além de se especializar em sommellerie. Rodrigo Massoni administra um café em São Paulo e atua também como fotógrafo e empresário em sistemas de som. Anna Paula Nico investe em marmitas congeladas e saudáveis em São Carlos.

Isabella Scherer ampliou a atuação como influenciadora e lançou o Scherbi’s, com doces por delivery em São Paulo. Lays Fernandes se tornou embaixadora de Le Cordon Bleu e lidera o Kung Choux Panda, negócio de choux cream. Ana Carolina Porto trabalha como personal chef em eventos.

José Roberto Caju, o 11º campeão, estudou na Le Cordon Bleu e passou por restaurantes renomados, como o Maní. Daniela Dantas, campeã de 2025, continua estudando na Le Cordon Bleu e vendendo cursos de culinária nas redes, além de compartilhar receitas com frequência.

Fontes de acompanhamento indicam que os ex-participantes costumam investir em negócios próprios, serviços de catering e atividades de ensino. A variedade de caminhos mostra a expansão de oportunidades para vencedores do reality.

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