- O ator Peyton Meyer revelou ter ajudado a plataforma Flik.Ai a demonstrar como a IA pode substituir atores, incluindo ele mesmo, para evidenciar o potencial impacto no mercado.
- O clipe de 15 segundos mostra Meyer como jogador de basquete, Dunking, em um estádio lotado e encarando um adversário do Oklahoma City Thunder; todo o vídeo é gerado por IA, sem ele ter ido a um set.
- A filmagem foi apresentada como uma demonstração da capacidade da IA de criar imagens realistas de pessoas reais, com aparência quase indistinguível de conteúdo produzido com atores.
- Meyer afirmou que, como ator, é importante acompanhar as mudanças tecnológicas e vê a IA como uma ferramenta que pode superar obstáculos criativos, desde que haja direção humana para orientá-la.
- A plataforma Flik.Ai diz ter uma lista de espera de cerca de cinquenta mil pessoas interessadas em suas soluções de IA para atuação.
Peyton Meyer, ator conhecido por papéis em séries norte-americanas, participou de um vídeo criado inteiramente por inteligência artificial para demonstrar as capacidades técnicas de uma plataforma de IA. A peça dura apenas 15 segundos e mostra o ator em uma quadra de basquete simulada, saltando e demonstrando habilidade de dunk, seguido de uma passe de decisão controversa. A produção não envolveu a presença física de Meyer diante das câmeras.
A demonstração foi realizada pela empresa Flik.Ai, que afirma ter uma fila de espera de cerca de 50 mil pessoas interessadas em utilizar a tecnologia para substituir atores em determinadas situações. O vídeo não foi gravado com Meyer no set real, e o material é apresentado como exemplo de IA gerando performances sem a participação direta de atores.
Quem está envolvido: Peyton Meyer, conhecido por o filme He’s All That e pela série American Housewife, e a plataforma Flik.Ai. Quando e onde: o material foi divulgado recentemente, sem especificar data de gravação ou local de produção. Por quê: a promoção visa ilustrar como IA pode reproduzir performances humanas, suscitando debates sobre reconhecimento de trabalho artístico e impactos na atuação.
Peyton Meyer comentou à imprensa especializada que a evolução da IA no cinema e na televisão é rápida e que é preciso acompanhar as mudanças, sem evitar o uso da tecnologia. Ele disse que a ferramenta permitiu explorar possibilidades criativas, apesar de reconhecer o avanço da IA no setor. A declaração reforça a discussão sobre o equilíbrio entre inovação tecnológica e empregos humanos.
Especialistas observam que o uso de IA para gerar performances levanta questões éticas e contratuais, incluindo direitos de uso de imagem e a proteção de profissionais de atuação. A indústria tem mostrado sinais de debate sobre regulamentação e padrões para o emprego de IA em produção audiovisual.
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