- O ex-diretor e criador do Domingo Legal, Homero Salles, afirmou que Rodrigo Faro “não é apresentador” e o classificou como ator que faz papel de apresentador.
- Salles também foi contrário à ideia de substituir Marcos Mion por Faro nas tardes de sábado, dizendo que Mion ainda entrega entretenimento consistente.
- As críticas ocorrem em meio a controvérsia envolvendo Faro, que vai comandar um reality show inédito no Globoplay e já enfrentou reação negativa de parte do público após um episódio dedicado a Gugu Liberato.
- Homero Salles também criticou a nova versão do Viva a Noite, afirmando, em post no LinkedIn, que o formato gravado perde a espontaneidade do programa original.
- Segundo o ex-diretor, o Viva a Noite não funciona como uma atração ao vivo e isso compromete a essência do programa.
Homero Salles, criador e ex-diretor do programa Domingo Legal, criticou Rodrigo Faro em podcast recente. Ele afirmou que Faro não é apresentador, mas apenas atua no papel de apresentador. A fala repercutiu entre colegas de TV.
O comentário de Salles ocorreu na entrevista ao podcast Olhar Cínico. O ex-diretor também é lembrado por ter dirigido o programa durante a parceria com Gugu Liberato e Roberto Manzoni. Faro está contratado pela Record e comandará um reality no Globoplay.
Além disso, Salles comentou sobre a relação de Faro com a Globo e a ideia de trocá-lo por Marcos Mion em uma sequência de programas. O ex-diretor ressaltou que Mion continua com relevância e que mudanças devem considerar o público.
Declarações sobre Faro
Salles criticou a performance de Faro como apresentador, afirmando que o papel dele na TV é de atuação, não de apresentação tradicional. O conteúdo reforça um tom de confronto entre nomes da TV aberta.
O ex-diretor também citou a recepção do público a propostas de mudanças no elenco de programas de sábado. Segundo ele, trocas precisam ser avaliadas com cautela para não desvalorizar o que já funciona.
Nova versão de Viva a Noite
Salles também criticou a reformulação do Viva a Noite, apresentado por Luis Ricardo. Em publicação no LinkedIn, ele disse que o formato não corresponde ao espírito do original, apenas pelo uso de gravação.
O crítico justificou a rejeição ao novo formato destacando a não realização ao vivo, elemento essencial do programa. Para ele, a espontaneidade do auditório era parte-chave do sucesso.
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