- O cantor Ed Motta e um grupo de amigos são alvo de acusações de agressões físicas, intimidação e condutas discriminatórias em um restaurante no Rio de Janeiro.
- A confusão começou após a equipe se recusar a retirar a taxa de rolha, com supostas provocações que teriam levado a agressões e à queda de objetos.
- Ed Motta nega ter arremessado a cadeira contra o garçom, admite ter ficado irritado e “jogado a cadeira no chão”, e diz que há imagens de câmeras que comprovam seu relato.
- Ele saiu do local antes da chegada da polícia; segundo ele, a confusão se espalhou entre as mesas e houve ofensas homofóbicas e xenofóbicas dirigidas aos amigos dele.
- O empresário Diogo Coutinho do Couto, proprietário dos restaurantes Escama e Henriqueta, estava presente, e os proprietários relataram as agressões ao jornal O Globo.
Ed Motta, cantor paulista, esteve envolvido em uma confusão ocorrida em um restaurante no Rio de Janeiro no último sábado, 02. A gestão do estabelecimento afirma que houve agressões físicas, intimidação e condutas discriminatórias por parte do artista e de seu grupo, após uma cobrança de taxa de rolha não autorizada pelo acesso a bebidas com carga do cliente.
Segundo os proprietários, o desagrado começou com a recusa de retirar a taxa de rolha. Relata ainda que a equipe foi submetida a provocações constrangedoras e que houve agressões verbais, além de referências pejorativas à origem nordestina e insinuações sobre orientação sexual e vida privada de funcionários.
A versão apresentada pelos donos descreve incidentes graves, incluindo o arremesso de uma cadeira contra um garçom que estava de costas, além de esbarrões em mesas e objetos derrubados. Relata ainda que uma garrafa magnum foi lançada em direção à cabeça de um cliente que estava saindo, causando sangramento imediato.
Ed Motta nega ter jogado a cadeira contra o funcionário e admite ter causado tumulto. Em entrevista ao jornal O Globo, ele afirma ter estado alcoolizado e ter jogado a cadeira apenas no chão, sem mirar no funcionário. Afirma que as imagens de segurança podem comprovar sua versão.
O cantor diz ter deixado o local antes da chegada da polícia e garante que houve excesso de raiva por não ter sido cobrado previamente pela taxa de rolha, alegando cobrança inexistente ao longo de sua relação com o restaurante. Alega ainda que houve xingamentos homofóbicos e xenofóbicos dirigidos aos seus acompanhantes após sua saída.
Versão dos envolvidos
Os proprietários indicam que Ed Motta deixou o estabelecimento acompanhado por um empresário ligado a Diogo Coutinho do Couto, proprietário de restaurantes no Rio. Segundo o relato, esse acompanhante proferiu ameaças aos presentes e insinuou estar armado, contribuindo para a tensão que se seguiu.
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