- Leslie Kuhn, ex-assistente executiva que cuidava da residência dos Stern no Hamptons, processou Howard Stern e Beth Ostrosky Stern em Nova York, alegando ambiente de trabalho hostil.
- A ação sustenta que o casal impôs regras rígidas à equipe, incluindo um acordo de confidencialidade (NDA) que proibiria compartilhamento de detalhes sobre a vida pessoal e hábitos diários.
- O NDA também impediria Kuhn de falar sobre preferências alimentares, hábitos de sono, hobbies, uso de produtos de consumo, restaurantes, hotéis, localizações de residências e viagens da família.
- A justificativa da queixa é que a exigência de NDA, para silenciar a ex-funcionária, seria desvantajosa para ela, enquanto os Sterns teriam liberdade para falar sobre a ex-funcionária.
- A reportagem não cita comentário imediato dos Stern e, até o momento, não houve confirmação oficial sobre o andamento do processo.
Howard Stern e Beth Stern são alvo de uma ação trabalhista movida por uma ex-funcionária. Leslie Kuhn, que cuidava da residência dos Sterns no Hamptons, ajuizou a ação na Justiça de Nova York no fim de semana. O processo relata um ambiente de trabalho contestado e regras rígidas impostas pela dupla.
A ex-funcionária alega que foi contratada como assistente executiva e que lhe foi pedido assinar um acordo de confidencialidade. O documento bloquearia discussões sobre as atividades diárias da família, hábitos pessoais e preferências, além de temas ligados a viagens e propriedades.
Segundo a queixa, o NDA proíperia ainda falar sobre hábitos alimentares, horários de sono, hobbies, uso de produtos de consumo, restaurantes, hotéis e preferências de entretenimento, bem como filiação política e outros assuntos ligados aos negócios da Stern.
Detalhes do caso e pontos apresentados
A ação sustenta que o acordo limitaria a liberdade de Kuhn para falar sobre o que vivenciou no trabalho, enquanto a própria dupla poderia mencionar sua atuação. O processo descreve a relação como de emprego por prazo variável, com pouco poder de negociação para a ex-funcionária.
Kuhn afirma ter sido demitida em meio a um suposto ambiente de trabalho hostil. A advogada da equipe de Kuhn pediu a anulação do NDA por restringir a fala sobre o emprego, mantendo, porém, a possibilidade de a parte autora ser questionada sobre direitos e atuação da Sterns.
As informações foram obtidas pelo veículo Page Six junto a documentos apresentados no tribunal. O texto não traz comentários diretos da defesa dos Sterns até o momento. A redação não inclui avaliações sobre o mérito ou resultados prováveis do caso.
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