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Gkay é condenada a pagar quase R$ 350 mil em processo

Gkay é condenada a pagar quase R$ 350 mil por danos em mansão alugada; defesa recorre, processo ainda não tem desfecho definitivo

Gkay, em meio a rumores de falência, é condenada a pagar quase R$ 350 mil em processo e toma decisão importante
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  • Gessica Kayane, conhecida como Gkay, foi condenada a pagar aproximadamente R$ 348 mil em um processo relacionado a um imóvel alugado em 2021, na Granja Julieta, zona sul de São Paulo.
  • Os proprietários alegam uso não residencial do imóvel, com gravações para vídeos e parcerias, embora o contrato fosse de uso estritamente residencial.
  • O processo aponta débitos após a devolução do imóvel: danos de pintura, itens danificados, mobiliário avariado e acesso não autorizado a um depósito, gerando cobrança de multa por rescisão e danos materiais.
  • Em outubro de 2024, a Justiça já havia decidido parcialmente a favor dos locadores, mantendo a condenação após recurso de Gkay; em janeiro de 2026, o valor passou a constar como cumprimento provisório.
  • A defesa afirma ter apresentado recurso, mantendo o processo em curso e sem desfecho definitivo até o momento.

Gessica Kayane, a Gkay, enfrenta um novo momento litigioso após rumores sobre a saúde financeira ganharem força com uma decisão judicial envolvendo um aluguel imobiliário. O processo soma quase R$ 350 mil e pode exigir penhora de bens se não houver pagamento.

Os proprietários da mansão alugada em 2021, na Granja Julieta, zona sul de São Paulo, alegam uso não residencial do imóvel. O contrato previa uso estritamente residencial e a devolução, sete meses após a mudança, gerou divergências sobre danos e pendências.

Segundo a ação, Gkay transformou o espaço em estúdio de gravação, com vídeos de grande alcance e perfil no Instagram ligado ao local. A defesa sustenta que houve cumprimento contratual, mas a fiscalização apontou danos na pintura, obras de arte, móveis e acesso a um depósito lacrado.

Situação processual e valores

Em outubro de 2024, a Justiça decidiu parcialmente a favor dos proprietários, impondo pagamento de aluguel em aberto, multa por rescisão e danos materiais. O total chegou a R$ 348 mil em 2026, com cumprimento provisório em andamento.

A decisão também vetou multa adicional por uso comercial do imóvel, por considerar bis in idem. O pedido de danos morais não foi acolhido, mantendo a condenação original.

Defesa de Gkay

O advogado de Gkay informou que houve interposição de recurso, mantendo a lide em curso e sem desfecho definitivo. A defesa afirma que não há comentários adicionais até o desfecho do recurso.

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