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Rainha Elizabeth II recusou atender ligações de Harry sem testemunha para registro

Rainha Elizabeth II recusava atender chamadas de Harry sem testemunha presente, para registrar o que era dito, segundo livro de Hugo Vickers

Queen Elizabeth II refused to take her grandson Prince Harry’s calls without an aide present, Hugo Vickers writes in his new book.
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  • Hugo Vickers afirma, em livro novo, que a rainha Elizabeth II não atendia as ligações de príncipe Harry sem a presença de uma aia para registrar o que era dito.
  • A alegação surge após Harry e Meghan Markle darem entrevista a Oprah Winfrey e de Harry lançar o livro Spare, com ele se mudando para a Califórnia em 2020.
  • Um morador do palácio diz que as respostas de the queen nas chamadas eram majoritariamente curtas, muitas vezes apenas “sim” ou “não”.
  • A monarca teria aconselhado Harry a esperar um ano para se casar com Meghan e, durante as ligações dele, mantinha a aia ao seu lado para proteção e para registrar o conteúdo.
  • O livro também relata outros episódios, como a reunião de Harry, Meghan e Lilibet com a rainha e críticas de Markle ao vestuário de casamento, além da visão da rainha sobre a vida dele nos Estados Unidos.

A rainha Elizabeth II teria recusado atender as ligações do neto Harry sem a presença de uma acompanhante, segundo trecho de um livro de Hugo Vickers. A afirmação integra as revelações do biografo sobre os últimos anos de vida da monarca.

Conforme o texto, após a saída de Harry e Meghan Markle da vida pública em 2020, a rainha mantinha a presença de uma dama de companhia durante as tentativas de contato do casal. O objetivo era criar “um registro do que foi dito”.

Harry, hoje com 41 anos, mudou-se com a família para a Califórnia em 2020. A narrativa de Vickers aponta que, em Montecito, a monarca permaneceu reservada durante as ligações, com respostas curtas.

O livro também descreve encontros do casal com a Rainha, incluindo visitas a Balmoral e outras ocasiões públicas, sempre com a presença de uma assessora. Segundo a obra, a relação ficou marcada por tensões.

Vickers sustenta que a reclusão da monarca durante as ligações tinha finalidade de proteção e de manter um registro das conversas. O biografado descreve ainda frustrações da família Sussex nos últimos anos.

Entre as passagens, o livro relata que Elizabeth II recusou encontros a sós com Harry, inclusive em ocasiões familiares. A obra contextualiza o distanciamento dentro do ambiente real, sem detalhar confidenciais.

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