- Quinze anos após o diagnóstico de leucemia, Drica Moraes fala sobre a transformação na forma de viver e a percepção mais rápida do que importa.
- A atriz, atualmente com 56 anos, tinha apenas 20% de chance de sobreviver na época.
- Após uma recidiva rápida, em dois meses chegou a necessidade de transplante, com a busca por um doador compatível.
- O doador encontrado era totalmente compatível e permaneceu no anonimato; Drica só veio a conhecê-lo cinco anos depois.
- Ela atribui a experiência a uma maior clareza sobre o que faz bem na vida e sobre as escolhas a tomar.
Quinze anos após o diagnóstico de leucemia, Drica Moraes revisita o período de tratamento e mostra como a doença mudou sua visão de vida. Em entrevista ao programa Provoca, com Marcelo Tas, a atriz de 56 anos exaltou a importância de seguir adiante sem se prender ao que já passou.
Ela relatou que recebeu a notícia de que tinha apenas 20% de chance de sobreviver, um marco que ficou marcado em sua memória. A recuperação foi rápida, mas houve uma recidiva que exigiu transplante de medula óssea para continuar viva.
A artista destacou que, diante da gravidade, precisou de um doador compatível. Entre seis irmãos, nenhum tinha compatibilidade, e o doador encontrado era um total desconhecido. O reconhecimento veio apenas cinco anos depois, quando ela soube da identidade do voluntário.
Transformação de vida
Drica descreveu o impacto da experiência na forma de escolher pessoas, trabalhos e situações. Segundo ela, a doença proporcionou uma visão mais rápida sobre o que é essencial, permitindo discernimento de maneira mais objetiva a cada decisão. A atriz reforçou que a vida passou a ter outra intensidade, sem perder o foco no que realmente importa.
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