- O juiz federal Lewis Liman decidiu que o processo de difamação de Wayfarer (empresa de Baldoni) contra a ex-publicista Stephanie Jones pode seguir, abrindo possibilidade de discovery.
- Jones, não Baldoni, foi processada pela Wayfarer; a decisão também expõe outras pessoas ligadas à comunicação entre Lively, Reynolds e suas equipes.
- O caso envolve alegações de vazamento de mensagens de texto que teriam alimentado uma sequência de ações legais relacionadas ao set do filme It Ends With Us (2024).
- Baldoni afirmou que a decisão permite que as acusações de difamação sejam apuradas com um registro evidenciário completo; o processo segue para fases de coleta de provas.
- Há outros processos envolvendo Blake Lively, Baldoni, Abel e Nathan, com julgamentos previstos em Nova York em maio; Jones também está envolvida em ações semelhantes.
O caso entre Blake Lively e Justin Baldoni avançou com uma decisão judicial favorável à parte representada pela Wayfarer. Na quinta-feira, o juiz federal Lewis Liman autorizou o prosseguimento da ação de difamação movida pela Wayfarer contra a ex-publicitária Stephanie Jones. A decisão abre espaço para o uso de evidências e depoimentos no processo.
A corte manteve a possibilidade de descoberta, incluindo a oitiva de Jones e de outras pessoas ligadas à equipe de Lively, como a publicista Leslie Sloane, além de mensagens com Lively e o marido, Ryan Reynolds. A ação envolve acusações de que textos teriam sido divulgados de forma maliciosa.
Na ação, Wayfarer afirma que Jones vazou mensagens que teriam desencadeado uma série de ações legais, com foco no que ocorreu nos bastidores das gravações e na estreia do longa It Ends With Us, de 2024. Relatos indicam que uma troca de mensagens levou a uma matéria que retratou Baldoni de modo controverso.
Entre as partes envolvidas, aparecem Jennifer Abel, que deixou Jonesworks para abrir sua própria empresa, e Melissa Nathan, assessora de crise. Baldoni teria comunicado à Jones a intenção de deixar a agência, o que, segundo a acusação, motivou a suposta divulgação de conteúdos privados.
Segundo o processo, Jones teria supostamente cativado terceiros com narrativas prejudiciais ao cliente, alimentando um ambiente de desinformação durante um momento crítico para Baldoni. A defesa sustenta que as alegações devem ser examinadas com um registro completo de evidências.
O juiz Liman, que é irmão do diretor Doug Liman, decidiu que a Wayfarer apresentou indícios suficientes para seguir com o caso. A decisão ocorre em meio a outras ações judiciais envolvendo as mesmas partes, marcadas para julgamento em Nova York em maio.
A equipe da Wayfarer informou que está satisfeita com a decisão judicial, destacando que as acusações contra Jones envolvendo má-fé e difusão de narrativas prejudiciais devem ser investigadas com profundidade. A assessoria de Baldoni não comentou oficialmente sobre o caso.
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