- Pascal Duvier afirmou ter assumido total responsabilidade pelas ações ocorridas no dia 21 de março, dizendo que não integrava a equipe de segurança pessoal de Chappell Roan e atuou por conta própria.
- Ele declarou estar no hotel em nome de outra pessoa e não em função da segurança de Roan, destacando que as ações não foram da equipe, da gestão nem de outras pessoas associadas a Roan.
- Jorginho acusou Roan de ter enviado o segurança para repreender a esposa e a filha dele, que teriam se aproximado de Roan durante o café da manhã no hotel em São Paulo.
- Roan negou envolver qualquer segurança em sua equipe pessoal e pediu desculpas, dizendo que não houve aproximação nem incômodo por parte de ninguém com ela.
- Em 2018, Duvier e a empresa Protect Security foram citados em processo de US$ 6,1 milhões movido pela seguradora da Kim Kardashian, relacionado a uma tentativa de assalto; o caso foi encerrado em 2020.
Pascal Duvier afirma estar assumindo responsabilidade total por ações ocorridas em 21 de março em um hotel de São Paulo, sem integrar a equipe de segurança pessoal de Chappell Roan. Ele atuava em função de outra pessoa e não em nome da cantora.
O episódio envolve Roan, a cantora, e Jorginho, jogador brasileiro. A filha dele, Ada Law, foi citada como alvo de uma suposta troca de farpas durante o café da manhã no hotel em que estavam hospedados.
Roan negou ter contato com o segurança apontado como parte de sua equipe, dizendo que não viu a mulher nem a criança e que o segurança não era dele. Ela pediu desculpas à mãe e à criança caso tenha havido mal-entendido.
Harding, esposa de Jorginho, publicou um vídeo no Instagram explicando que o segurança não pertencia ao hotel e mencionando que não sabe se o homem era segurança pessoal de Roan. Ela admitiu surpresa com a repercussão.
Contexto anterior
Em comunicado divulgado na última quarta, Duvier disse ter feito uma avaliação com base em informações do hotel e em ocorrências anteriores, destacando que a interação com a mãe ocorreu de forma calma e com más consequências futuras evitáveis.
O caso relembra disputas anteriores envolvendo Duvier e a empresa Protect Security. Em 2018, a seguradora de Kim Kardashian o processou, reclamando falhas na proteção durante um assalto em Paris. O processo foi encerrado em 2020.
A ação de 2018 foi movida pela American International Group e envolveu acusações de negligência em serviços de proteção, monitoramento e inspeção. O acordo foi fechado entre as partes em 2020, sem detalhes públicos.
Entre na conversa da comunidade