- Marcos Oliveira, conhecido por Beiçola, critica a convivência no Retiro dos Artistas e a falta de sexo no local, em entrevista à revista VEJA.
- Ele afirmou que os espaços coletivos geram comportamentos mal-educados e gritaria, com moradores falando do passado durante as refeições.
- O ator disse que, após os setenta/80 anos, não há mais respeito e que não há hábito de ir à casa do outro, apenas comentários na hora da refeição.
- Oliveira também comentou que a sexualidade existe entre os moradores, mesmo sendo assunto tabu no Retiro.
- O Retiro dos Artistas divulgou nota no Instagram dizendo que as falas de Oliveira não refletem a maioria, reforçando autonomia dos residentes e compromisso com acolhimento e responsabilidade.
Marcos Oliveira, conhecido por interpretar Beiçola em A Grande Família, gerou repercussão ao reclamar de sua vida no Retiro dos Artistas. Em entrevista veiculada pela imprensa, o ator criticou a convivência no local e a ausência de intimidade, o que acabou virando assunto nas redes.
Segundo Oliveira, os ambientes comuns do Retiro são marcados por comportamentos considerados mal-educados, especialmente no refeitório, onde ele afirma que há gritaria. O artista também afirmou que muitos moradores falam apenas sobre o passado e não demonstram respeito após os 70-80 anos.
Ele classificou a convivência como um desafio de adaptação, destacando a falta de uma conduta coletiva clara. Além disso, abriu espaço para comentar a vida sexual no local, sugerindo que a sexualidade existe mesmo em idosos, mas que o tema é evitado nas conversas.
Retiro dos Artistas se posiciona
A instituição divulgou uma nota oficial em seu perfil no Instagram para esclarecer a situação. Afirmou que possui mais de 50 residentes e que as declarações de Oliveira não refletem a realidade da maioria.
A nota ressalta que a vivência de cada morador é subjetiva e que há espaço para acolhimento. O Retiro informou ainda que os residentes têm autonomia para entrar e sair conforme a vontade, mantendo o compromisso com transparência.
Entre na conversa da comunidade