- Marcos Oliveira, de 69 anos, vive no Retiro dos Artistas, no Rio de Janeiro, instituição que acolhe artistas idosos após dificuldades financeiras.
- O ator, famoso por Beiçola de A Grande Família, disse que a rotina no retiro é boa, mas que precisa se adaptar à convivência e que há gritaria durante o almoço.
- Ele afirmou ainda que há pouca privacidade para momentos íntimos e comentou que a sexualidade existe, mesmo na terceira idade, mas não pode ser discutida abertamente.
- As declarações repercutiram nas redes sociais, com internautas chamando-o de ingrato e questionando a situação de moradia.
- O Retiro dos Artistas divulgou nota afirmando que acolhe mais de cinquenta residentes, reforçou seus princípios de dignidade e liberdade de ir e vir, e disse que as falas do residente foram infelizes e não refletem a maioria.
Marcos Oliveira, 69, está morando no Retiro dos Artistas, no Rio de Janeiro, e gerou polêmica ao falar sobre a vida na instituição. O ator ficou conhecido por interpretar Beiçola em A Grande Família e passou a residir no retiro após enfrentar problemas financeiros.
Em entrevista, ele afirmou que a rotina no retiro é boa, mas que exige adaptação devido à falta de uma conduta comum entre moradores. Relatou que, na hora das refeições, há discussões entre alguns moradores, o que ele considera complicado para a convivência.
O ator também criticou a falta de privacidade para momentos íntimos e disse sentir que o ambiente não valoriza a vida dos idosos de forma adequada. O relato gerou repercussão nas redes sociais, com internautas divergindo entre apoio e críticas.
Retiro dos Artistas se posiciona
O Retiro dos Artistas divulgou nota reafirmando sua missão de acolher mais de 50 residentes com dignidade e respeito. A instituição disse que as falas de Oliveira não refletem a realidade da maioria, mas reconheceu que nem todo morador se sente à vontade com a vulnerabilidade que a vida no local impõe.
A resposta reforçou o compromisso com diálogo, segurança e qualidade de vida, destacando que todos os residentes têm livre arbítrio para ir e vir. O retiro afirmou que continua aberto e trabalhando para evoluir, sem julgamentos precipitados sobre quem precisa de apoio.
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