- Pascal Duvier negou ser da equipe de Chappell Roan e afirmou ter agido por conta própria no dia vinte e um de março.
- Em nota, disse que estava no hotel de forma independente e assumiu total responsabilidade pelas interações daquele dia.
- Garantiu que as ações não foram em nome da cantora, da equipe de segurança pessoal nem de qualquer outro indivíduo ligado à artista.
- Justificou a decisão com base em informações recebidas do hotel, em eventos anteriores e na avaliação do maior risco de segurança na localização.
- Sobre a interação com a mãe da criança mencionada, afirmou que foi tranquila e com boas intenções, mas o resultado foi lamentável.
O segurança Pascal Duvier se pronunciou sobre a polêmica envolvendo a cantora Chappell Roan, negando ter atuado como parte da equipe oficial da artista. Em nota, afirmou que agiu por conta própria durante o episódio ocorrido no dia 21 de março, em um hotel de São Paulo. Duvier disse que não trabalhava para a cantora nem para sua equipe de segurança pessoal.
Ele explicou que estava no local de forma independente e assumiu total responsabilidade pelas ações. Segundo o relato, as decisões foram tomadas com base em informações recebidas no hotel e na avaliação do contexto, diante de um possível risco de segurança. O segurança afirmou ainda que a interação com a mãe da criança foi tranquila, mas o resultado do encontro foi lamentável.
Versão do segurança
Duvier ressaltou que as atitudes não tinham relação com Chappell Roan, com a equipe de segurança da cantora, com a gestão ou com quaisquer outras pessoas associadas à artista. Afirmou ter atuado para reduzir riscos e proteger a localização, citando referências de atividades anteriores no dia anterior ao episódio.
Contexto do episódio
A confusão começou com uma publicação de Jorge Luiz Frello Filho, o Jorginho, jogador do Flamengo, que acusou a artista Ada Law — enteada da criança — de ter sido desrespeitada pela cantora e pela equipe durante o café da manhã de Ada ao lado da mãe, Catherine Harding. A alegação mencionava que Ada se aproximou de uma área onde Chappell Roan estava hospedada.
Chappell Roan divulgou sua versão, afirmando não ter tido contato com a mulher ou a criança e que não houve qualquer abordagem direta com ela durante o café da manhã no hotel. A cantora informou que estava hospedada no local e que não recebeu mensagens sobre o episódio. As declarações, até o momento, não acrescentaram detalhes adicionais sobre o que ocorreu dentro do hotel.
O que se sabe até agora
A narrativa envolve três partes: a conduta supostamente inadequada descrita por Jorginho, a atuação de Duvier como suposto agente independente e as declarações da cantora sobre não ter envolvimento direto no episódio. O hotel em São Paulo permanece como cenário central dos relatos, ainda sem confirmação de versões divergentes. novas informações podem surgir conforme as investigações ou investigações privadas avancem.
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