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Paris Jackson: luta pela herança do pai fica acirrada, dizem fontes

Paris Jackson amplia disputa contra a herança de Michael Jackson, acusando má gestão e buscando controle de mais de $2 bilhões

Paris Jackson appeared at Probate Court in Los Angeles on March 11 brandishing papers related to the estate, which she and her lawyers claim has been mismanaged. Sources claim the scene was part of a “media campaign to distract from their legal setbacks,” in the case, after an earlier appeal was denied.
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  • Paris Jackson continua a contestar a gestão da herança de Michael Jackson, apresentada na Vara de Sucessões de Los Angeles, acusando os coexecutores John Branca e John McClain de más gestões.
  • A herança, avaliada em mais de US$ 2 bilhões, seria administrada sem investimentos de centenas de milhões e com pagamentos de honorários e bônus considerados excessivos, segundo os documentos da apresentação. Branca e McClain negam as acusações.
  • Paris apareceu no tribunal em 11 de março, com documentos sobre a suposta má administração, em meio a relatos de que a ação busca atrair mídia após recursos anteriores terem sido negados.
  • Os executores dizem ter feito investimentos relevantes na indústria musical, aprovados pelo tribunal, e afirmam que a disputa envolve controle da empresa, com a justiça já autorizando operações ao longo de mais de uma década. Também citam valores de caixa presos a um líen IRS ligado a uma disputa fiscal de cerca de US$ 700 milhões.
  • A disputa envolve ainda questões sobre pagamentos a projetos relacionados a Michael Jackson, como “This Is It” e outros, bem como o fato de Paris já ter recebido mais de US$ 65 milhões da herança.

Paris Jackson intensificou a disputa legal contra o patrimônio do falecido Michael Jackson, levando insiders a temer que o advogado tente assumir o controle. A ação foi protocolada no tribunal de probate em Los Angeles.

A defesa de Paris, liderada pelo advogado Craig Peters, alega que a gestão do patrimônio—avaliado em mais de US$ 2 bilhões—foi mal conduzida pelos coexecutores John Branca e John McClain. Segundo os documentos, houve atraso na aplicação de centenas de milhões de dólares e pagamentos considerados excessivos aos próprios executores.

Paris compareceu ao Probate Court em Los Angeles no dia 11 de março, apresentando papéis que, segundo sua equipe, comprovam a má gestão do espólio. Uma fonte ligada à parte contrária comentou que a cena pode ter sido parte de uma estratégia midiática para pressionar a corte após uma derrota anterior.

O conselho dos executores rebateu as acusações, afirmando que Paris e seus advogados lançam denúncias factualmente inconsistentes e que as decisões já aprovadas pelo tribunal lidaram com anos de acordos. Eles destacam investimentos significativos no setor musical, aprovados pelo judiciário, que teriam gerado retornos expressivos.

A disputa inclui ainda a controvérsia sobre honorários e bônus, estimados em aproximadamente US$ 625 mil, conforme relataram fontes próximas ao caso. Os executores afirmam que os pagamentos são parte de obrigações legais e de acordos globais vigentes desde 2022.

O foco da controvérsia, segundo documentos, envolve o que Paris entende como gestão inadequada de caixa, enquanto os executores destacam dinheiro investido em projetos como filmes e musicais ligados a Michael Jackson, aprovados pela justiça sem objeção.

Entre os projetos citados estão produções associadas a Michael Jackson, além de contratos que, segundo os executores, já foram revisados e aprovados ao longo de anos. Eles asseguram que nenhuma despesa foi autorizada sem aprovação judicial prévia.

Paris, que já recebeu mais de US$ 65 milhões do patrimônio, questionou pagamentos relativos ao produtor Quincy Jones, apontando impactos potenciais sobre o montante total a ser herdado por ela e pelos irmãos. Os executores afirmam que os pagamentos estavam contemplados em acordos e audiências prévias.

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