- Eliana, filha de um zelador, cresceu no prédio onde o pai trabalhava e nunca se sentiu diferente por vir de origem humilde.
- Os pais deixaram uma lição valiosa: “seja educada, saiba como se comportar, mas não se sinta diminuída” pela condição financeira.
- A apresentadora manteve relação próxima com vizinhos e recebia apoio de pessoas como a médica Vera, que chegou a desejar ter uma filha parecida com ela.
- No Dia das Crianças da infância, não chorou por não ganhar uma boneca; acabou ganhando no Natal, e a boneca voltou a ganhar destaque mais tarde pela Estrela.
- Hoje, Eliana atua na televisão após passagens pelo SBT e Record, e ficou conhecida por sua trajetória de vida construída a partir de origens simples.
Eliana, filha de um zelador, recorda a lição que seus pais passaram desde a infância: seja educada, saiba como se comportar, mas não se sinta menor por origem humilde. Cresceu em um prédio onde o pai trabalhava há décadas e diz que nunca se sentiu diferente.
Os moradores do edifício a acolheram desde cedo. A apresentadora lembra que fazia amizades com facilidade e chegou a frequentar restaurantes com uma médica da região, que a via como uma menina especial. A convivência simples marcou sua percepção de status.
A origem humilde não definiu o seu valor
Ela descreve o quarto compartilhado com a irmã, o pai, a mãe e as restrições da época. Mesmo assim, não houve frustração nem desejo de ocupar espaços alheios. A família ensinou que o que importa é o comportamento e o respeito, não o material.
Eliana também relembra uma situação de Dia das Crianças em que não ganhou a boneca desejada. As amigas, filhas dos moradores do prédio, recebiam brinquedos; a apresentadora afirma que a experiência foi positiva e que a boneca acabou chegando mais tarde, ainda sob a influência da mesma fabricante.
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