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Vendedor processa a Globo após acusação de importunação a Jordana no BBB 26

Pedro Henrique processa a Globo na Justiça do Paraná, pedindo R$ 4,2 milhões por danos morais, materiais e quebra de contrato, citando discriminação e diagnóstico psiquiátrico

Ex-'BBB 26' acusado de importunação sexual, Pedro Henrique pede indenização milionária à Globo e cita discriminação
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  • Pedro Henrique, ex-BBB 26, ingressou com processo contra a Globo na Justiça do Paraná, pedindo indenização de 4,2 milhões de reais.
  • A ação alega dano moral, dano material e quebra de contrato decorrentes da rescisão do vínculo com a emissora e de não pagamento de cachê.
  • O vendedor sustenta ter revelado na época da participação problemas psiquiátricos e que pediu para deixar o programa, sem atendimento, o que afetou sua imagem.
  • A acusação de importunação sexual contra Jordana foi tema que resultou em investigação policial e indiciamento, com desdobramentos também envolvendo a assistência psiquiátrica alegada pelo ex-participante.
  • Ainda segundo a defesa, Pedro afirma ter sofrido discriminação, afirmando que outros desistentes mantiveram seus acordos com a Globo.

Dois meses após deixar o BBB 26 e ser acusado de importunação sexual a Jordana, Pedro Henrique ingressou com uma ação contra a Globo na Justiça do Paraná. O vendedor pede indenização de 4,2 milhões de reais, valor próximo ao prêmio do campeão do reality, que será entregue no próximo mês. A defesa alega dano moral, dano material e quebra de contrato.

A ação, aberta na terça-feira (17), sustenta que Pedro teve danos de imagem e que a rescisão do vínculo com a emissora impactos sua vida profissional. O processo também cita a rescisão de acordo de representação comercial mantido com a Globo.

Contexto do processo

Pedro afirma ter informado à produção sobre problemas psiquiátricos e solicitado saída do programa, sem sucesso. O caso gerou apuração policial e resultou em indiciamento relacionado à acusação de importunação sexual a Jordana, que motivou investigações na Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.

O vendedor também sustenta discriminação, afirmando que outros desistentes tiveram acordos mantidos pela emissora. Entre os casos mencionados estão Hugo Castelli e outros participantes expulsos ou desistentes, conforme divulgações da imprensa.

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