- Carol Portaluppi, 31 anos, é filha de Renato Gaúcho e acompanha o pai em jogos, defendendo-o nas redes.
- Em 2025, ela foi aos Estados Unidos para torcer pelo Fluminense na Copa do Mundo de Clubes; hoje o foco é o Vasco.
- O relacionamento entre pai e filha é próximo, não moram juntos, mas passam grande parte do tempo juntos e mantêm contato próximo.
- Eles gostam de jogar futevôlei juntos, embora brinquem entre si pela rivalidade de pai e filha, e ele costuma dar conselhos.
- Carol admite ciúmes das investidas de fãs e diz que recebe mensagens de mulheres que querem ser madrasta, cortando claramente essas abordagens.
Carol Portaluppi, 31 anos, contou detalhes sobre a relação com o pai Renato Gaúcho e sobre as reações que recebe nas redes. A influenciadora afirmou sentir ciúmes de comentários de fãs que pairam sobre a vida do treinador. Segundo ela, mensagens das fãs chegam pedindo para ser madrasta dele, o que a incomoda.
Ela também descreveu a ligação com Renato Gaúcho fora dos gramados. A dupla não mora junto, mas passa muito tempo próximo. Ela disse que o pai mora ao lado e que a convivência é boa, marcada por conversas, aconselhamentos e atividades como jogos de futevôlei.
Relação pai e filha
Portaluppi confirmou que a convivência é próxima, apesar de morar sozinha e de o técnico ter TOC. Ela destacou que o vínculo é de amizade e que, mesmo com a rivalidade em quadra, a harmonia entre eles funciona, especialmente em atividades físicas.
Ela revelou ainda que enfrenta críticas da torcida ao time que Renato treina, o que a faz buscar equilíbrio. Em entrevista, disse que evita se deixar levar pela pressão após os jogos e que reconhece o impacto da paixão pelo futebol.
Viagens e fases da carreira
A família viajou aos EUA em 2025 para acompanhar o Fluminense, com Renato no comando. A cada nova fase, o foco recente da dupla tem sido o Vasco, clube atual do treinador, o que influencia a possibilidade de manter o coração do lado de fora de campo.
Carol acrescentou que o relacionamento entre pai e filha é de apoio mútuo. Ela reforçou que o período de maior exposição pública não altera a prioridade da relação familiar, que continua estável e afetuosa. Fonte: reportagem publicada pela imprensa brasileira.
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