- Wagner Moura foi indicado ao Oscar por O Agente Secreto e diz que volta à vida real após a notícia, mantendo os pés no chão.
- Sua passagem por Hollywood inclui Elysium (2013) e Narcos (2015–2016), papel em que interpretou Pablo Escobar e aprendeu espanhol.
- A indicação também rendeu ao ator uma nomeação ao Globo de Ouro, abrindo portas para projetos fora do Brasil.
- Moura está casado há mais de vinte anos com Sandra Delgado e é pai de três filhos, nascidos em 2006, 2010 e 2012.
- Em entrevista à Variety, ele ressaltou o destaque do cinema brasileiro no exterior e o apoio recente do governo à cultura.
Wagner Moura não se deixa levar pelo brilho do Oscar e mantém o foco na trajetória de carreira. Em referência ao desempenho em O Agente Secreto, o ator afirma que a indicação não redefine sua vida, apenas destaca uma conquista, sem exageros.
O ator é reconhecido no Brasil desde o final dos anos 1990, com participação em filmes, séries e novelas. O público ficou conhecido pelo fenômeno Tropa de Elite, que consolidou sua presença no país. Nos últimos anos, Moura expandiu seu alcance com projetos internacionais.
Em entrevista à Variety, Moura explicou que, após o reconhecimento, volta ao papel de marido e pai. Ele revela que a vitória não altera a rotina nem a relação com a família, mantendo os pés no chão mesmo diante de uma leva de elogios para o cinema brasileiro.
Trajetória em Hollywood
A estreia em Hollywood ocorreu com Elysium, em 2013, ao lado de Matt Damon. O divisor de águas veio com Narcos, entre 2015 e 2016, na Netflix, em que interpretou Pablo Escobar. O sucesso exigiu aprendizado de espanhol e rendeu indicações a prêmios internacionais.
O desempenho em Narcos abriu portas para trabalhos fora do Brasil e reforçou o reconhecimento global. Moura celebra o avanço do cinema brasileiro no cenário internacional, destacando o retorno de produções nacionais ao centro das atenções.
Impacto no cinema brasileiro
O ator ressalta que, apesar dos ataques à cultura no passado, o momento atual demonstra apoio a filmes nacionais. Moura diz que o Brasil passa por uma fase em que o governo demonstra valorização da cultura, o que, segundo ele, representa uma vitória para a indústria criativa local.
Entre na conversa da comunidade