- Jeniffer Nascimento, 32 anos, encerrou as gravações de Êta Mundo Melhor!, na qual viveu a protagonista Dita, que passa a ser cantora e formar família; o fim da novela é esperado para sexta-feira, 13.
- A atriz relembra críticas que recebeu no início da carreira por aceitar o papel de serva em Êta Mundo Bom!, em 2016, quando a representatividade era menor.
- Ela diz que voltar como protagonista foi um presente e que Dita amadurece, trazendo novas camadas e fortalecendo a relação com Candinho.
- Jeniffer já tem contrato confirmado para Quem ama, cuida, próxima novela das nove de Walcyr Carrasco, desta vez em parceria com Claudia Souto, com estreia prevista para maio.
- A atriz ressalta que a representatividade é coletiva, mencionando a valorização de Dhu Moraes (Manoela) e chamando Êta Mundo Melhor de reparação histórica para as personagens.
Jeniffer Nascimento encerrou as gravações de Êta Mundo Melhor!, onde viveu a protagonista Dita, com sensação de realização. A novela de Walcyr Carrasco e Mauro Wilson chega ao fim nesta sexta-feira e mostra a atriz no centro da história, com Dita conquistando sucesso como cantora.
Aos 32 anos, a atriz recorda a crítica que recebeu no início da carreira por aceitar o papel de serviçal em Êta Mundo Bom!, em 2016. Na época, a representatividade era menor, e artistas negros buscavam evitar estereótipos de subserviência para crescer na TV.
A protagonista retorna a TV Globo em Quem ama, cuida, próxima novela das 9, novamente assinada por Walcyr Carrasco, com colaboração de Claudia Souto. A previsão de estreia é maio, e a trama substitui Três Graças.
Virada profissional
Jeniffer reforça que voltar como protagonista foi um presente, com Dita amadurecida. A personagem, que antes trabalhava para a tia, agora realiza o sonho de ser cantora, ajudando Candinho a enfrentar momentos difíceis.
A atriz afirma que a mudança de Dita reflete também ganhos na própria vida. Ela passou por casamento, maternidade, participação em reality show, carreira musical, separação e reconhecimento na TV.
Reconhecimento coletivo
Sobre a representatividade, Jeniffer aponta que a conquista é coletiva. Ela celebra a participação de Dhu Moraes, intérprete de Manoela, que ganhou mais destaque na nova fase. A atriz considera Êta Mundo Melhor uma reparação histórica para as duas personagens.
Ao relembrar a trajetória de Dita, Jeniffer destaca a importância de oportunidades que ampliam o leque de papéis para personagens negras, com traços de autonomia, valores e princípios.
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