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No mundo exclusivo do restaurante icônico de LA e o benefício cobiçado por VIPs

Jantar de poder no Polo Lounge revela privilégios de VIPs e o enigma da “pink card” que molda acesso e status entre figuras da indústria

At the Polo Lounge nestled inside the Beverly Hills Hotel, Hollywood power players show up to be seen.
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  • O Polo Lounge, no Beverly Hills Hotel, comemora oitenta e cinco anos, mantendo-se um ponto de encontro de poder em Hollywood; nesta semana, Ari Emanuel, Richard Weitz, Bryan Lourd e David Kramer jantaram lá, cada um em mesas separadas.
  • O local é visto como um “escritório” informal para quem está na indústria, com poltronas e cabines especiais que servem de status e contato entre figuras como Iger, Katzenberg e Zaslav.
  • Existe o legendário “pink card”, um crachá que dava vantagens de consumo e contas na casa, hoje questionado se ainda existe ou é possível obter um; relatos sugerem que não é mais comum.
  • Além da privacidade, o Polo Lounge é cercado de regras e rituais, incluindo o estacionamento reservado aos frequentadores VIPs e um código de vestimenta rígido.
  • O hotel não comentou sobre o pink card ou sobre políticas de hóspedes, mas a reputação do local como palco de encontros entre as maiores figuras de Hollywood permanece.

No Beverly Hills Hotel, o Polo Lounge voltou a figurar como palco de encontros de alto perfil. A reunião ocorreu ontem, com Ari Emanuel, Richard Weitz, Bryan Lourd e David Kramer em mesas distintas, ainda que no mesmo salão. O episódio evidencia a dinâmica de convivência entre poderosos da indústria em restaurantes icônicos.

Fontes próximas ao circuito dizem que o Polo Lounge funciona como um espaço de visibilidade e de networking direto, quase como um escritório informal para quem precisa manter contatos sem marcar reuniões oficiais. A presença simultânea de nomes de peso realça o papel do local na sociabilidade de Hollywood.

O hotel celebra 85 anos do Polo Lounge, mantendo tradições que permanecem relevantes para o circuito. Entre histórias antigas, surgem relatos sobre as regras de etiqueta, a reserva de determinados assentos e a circulação de itens de acesso especial que ainda alimentam o imaginário da indústria.

O pink card e o acesso privilegiado

A existência de um suposto pink card, que permitiria contas na casa, é tema de especulações entre executivos. Segundo relatos, o cartão não é mais emitido há anos, gerando descontentamento entre alguns participantes que já o possuíam. O hotel não confirma detalhes sobre o benefício.

Outras memórias divulgadas mencionam a presença de veteranos da indústria que teriam mantido vínculos de longo prazo com o Polo Lounge, bem como usuários que recebiam presentes especiais ao longo dos anos. A vigilância sobre o que é necessário para usufruir de certos privilégios permanece discreta.

Entre as curiosidades associadas ao local, destaca-se a ligação histórica com personalidades da cidade e o papel do Polo Lounge como referência de status. Relações entre convidados, reservas de mesas ao ar livre e a tradição de refeições que viraram assunto de bastidores ajudam a entender o magnetismo do espaço.

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