- Cole Goldberg, ex-namorado de Caroline Schwitzky, foi considerado não culpado de tentativa de homicídio em júri de circuito em West Palm Beach, Flórida, respondendo também por agressão doméstica.
- O juiz John Parnofiello afirmou que não havia evidência suficiente, além de dúvida razoável, para sustentar as acusações.
- Goldberg informou ao TMZ que está aliviado com o desfecho e pretende retornar à faculdade de direito no sul da Flórida, sem ressentimentos em relação a Schwitzky.
- A prisão ocorreu em abril de 2022, quando ele teria tentado estrangular e afogar Schwitzky; a defesa alegou que ele não tinha intenção de machucar, tendo gravemente se desequilibrado por estar em correnteza.
- O caso ocorreu em um julgamento sem júri (bench trial) após Goldberg rejeitar acordo de six meses de prisão; Schwitzky relatou que o episódio aconteceu durante um desentendimento em um barco durante Boca Bash.
O ex-namorado de Caroline Schwitzky, Cole Goldberg, foi considerado inocente de tentativa de homicídio pelo tribunal da Flórida. A decisão foi proferida pelo juiz do circuito John Parnofiello, em Palm Beach, nesta quinta-feira, diante de acusações de homicídio na primeira grau e violência doméstica. A sessão ocorreu em West Palm Beach.
A absolvição ocorreu após avaliação dos elementos do caso ao longo de um julgamento em bench trial. O juiz afirmou não encontrar provas suficientes para sustentar as acusações além da dúvida razoável. Goldberg deixou o tribunal sem revelar comentários à imprensa.
Ao lado de Goldberg, o advogado Heidi Perlet relatou satisfação com o veredito, destacando que o juiz foi justo e seguiu a lei. O outro lado, Schwitzky, disse estar processando emocionalmente a decisão, mas afirmou que pretende falar publicamente no futuro.
Goldberg foi preso em abril de 2022 após alegações de ter estrangulado e tentado afogar Schwitzky durante o relacionamento. Em depoimento, a vítima relatou um episódio em um barco durante o Boca Bash, em que supostamente houve conflito que escalou para agressões físicas.
Segundo a defesa, Goldberg não teria intenção de ferir Schwitzky e estava desorientado pela correnteza, o que o levou a agarrar Schwitzky pelo ombro para não se afogar. Os advogados argumentaram que ele tentava se salvar, não causar dano intencional.
Antes do julgamento, Goldberg rejeitou acordo de plea que previa seis meses de detenção. Optou por apresentar-se a um juiz em regime de bench trial e contestar as acusações. Schwitzky participou do processo, registrando depoimentos sobre o ocorrido em alto-mar.
Matt Paris, testemunha, teria intervindo para impedir que a situação se agravasse, salvando Schwitzky de uma agressão maior. A defesa afirmou que Goldberg estava sendo puxado pela água e tentou usar a agarrar Schwitzky apenas para manter-se vivo.
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