- A sessão particular do biopic Michael, em Los Angeles, reuniu mais de 60 membros da família Jackson.
- O filme, intitulado Michael, tem estreia mundial marcada para 24 de abril, com Jaafar Jackson, filho de Jermaine, no papel de Michael.
- Janet Jackson, de 59 anos, criticou duramente a produção, apontando falhas na atuação, maquiagem, falas e na direção das cenas.
- Jermaine Jackson, de 71 anos, confrontou a irmã durante a conversa, em tom direto, evidenciando tensões já existentes sobre o legado de Michael.
- Segundo fontes, a divergência revela disputas sobre como a marca Jackson deve ser gerida e o legado do King of Pop.
Durante uma exibição privada em Los Angeles, a família Jackson se reuniu para acompanhar o biográfico Michael, que estreia mundialmente em 24 de abril. O encontro reuniu mais de 60 familiares, incluindo Jaafar Jackson, filho de Jermaine, no papel do tio Michael. O clima parecia de celebração no início, com a plateia acompanhando a trajetória de Michael, de Gary, Indiana, ao estrelato global.
Porém, ao fim da sessão, tensões antigas sobre o legado do Rei do Pop vieram à tona. Janet Jackson, de 59 anos, questionou aspectos do filme com críticas sobre atuação, maquiagem e direção de cena. Jermaine Jackson, 71, confrontou a irmã em defesa do projeto. O episódio revelou fissuras entre irmãos, primos e conselheiros ligados à produção.
A repercussão interna apontou Jermaine como apoiador firme do filme e da escolha de Jaafar para o papel principal. Jaafar, de 29 anos, tem recebido elogios por capturar a voz, a postura e o jeito de Michael em cortes preliminares. A família analisa o impacto da produção na imagem pública do legado Jackson.
Confronto durante a exibição
Insiders afirmam que a discussão teve um tom direto e abriu discussões sobre a condução do patrimônio do falecido artista. A reception interna indica que parte dos parentes vê a obra como oportunidade de revitalizar a marca Jackson. Outros membros permanecem cautelosos diante de críticas anteriores associadas a Michael.
Segundo fontes, o episódio evidenciou divisões que já vinham se formando há anos, especialmente em relação a questões legais envolvendo a filha de Michael, Paris Jackson, e a administração do legado do artista. A expectativa é de que a produção siga gerando debate nos próximos meses, à medida que mais pessoas assistirem ao filme.
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