- Bruna Marquezine está na capa da Vogue e revisita a carreira em entrevista especial.
- A mãe da atriz, Neide Maia, contou que não deixava Bruna assistir à novela para preservar a noção de realidade.
- O apoio do ator at[o]r Tony Ramos foi essencial para que a menina tivesse vida normal e pé no chão durante a fama precoce.
- Segundo Neide, Bruna e Tony Ramos trocavam piadas, e o clima no set seguia leve mesmo após cenas difíceis.
- Ela destaca a cena em que a personagem Salete reage à morte da mãe como marco de virada na carreira da atriz.
Bruna Marquezine estampa a capa da Vogue e relembra o início da carreira na entrevista especial da revista. A atriz brasileira ganhou projeção nacional aos 8 anos ao interpretar Salete em Mulheres Apaixonadas.
A mãe de Bruna, Neide Maia, comenta como lidou com a fama precoce e a pressão para que a filha mantivesse os pés no chão. O objetivo foi manter a vida fora das câmeras mais normal possível.
Neide afirma que, durante essa fase, a atriz recebeu apoio de um colega veterano da Rede Globo, o ator Tony Ramos, que ajudou a manter o clima leve entre as gravações e as situações de assédio do público.
Apoio de Tony Ramos
A relação entre Bruna e o veterano foi apontada pela família como essencial para a dinâmica de convivência em casa. Segundo Neide, a parceria entre os dois ajudava a relaxar após cenas emocionais.
Ela destaca ainda a importância de manter a atriz mirim protegida da exposição excessiva. A lembrança de Bruna durante a produção é citada como marco de virada na carreira.
A cena em que Salete reage à morte da mãe, atingida por uma bala perdida, é citada pela família como momento-chave. O episódio ficou marcado pela transformação da personagem e da trajetória da atriz.
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