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Bianca Censori testemunha em julgamento de Kanye West sobre mansão de praia

Bianca Censori depõe em julgamento sobre mansão de Malibu de Ye, contestando mudanças de planos e alegações de uso como bunker, escola ou estúdio

Kanye West and Bianca Censori attend the 67th GRAMMY Awards at Crypto.com Arena on February 02, 2025 in Los Angeles, California.
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  • Bianca Censori testemunhou em um tribunal de Los Angeles sobre a mansão em Malibu projetada pelo arquiteto Tadao Ando, comprada por Kanye West por US$ 57 milhões em 2021 e depois reformada para parecer um abrigo fora da rede.
  • Ela afirmou que o conceito da casa era holístico e que a ideia nunca mudou, negando que West tenha dito querer transformar o local em um “bunker fora da rede”.
  • O depoimento contrasta com as alegações do autor da ação civil, Tony Saxon, que afirma ter trabalhado na obra por sete semanas em 2021 e que, após se ferir, foi demitido.
  • Saxon acusa West de não fornecer seguro de trabalhadores e busca recebimentos de salários não pagos, despesas médicas, perda de renda e danos morais; Jeromy Holding também depôs sobre planos variáveis para o imóvel.
  • Os advogados de West sustentam que Saxon recebeu 240 mil dólares por menos de dois meses de serviço e acusa-o de fraude, enquanto a deliberação do júri, com onze jurados, exige acordo de nove deles para chegar a um veredito.

Bianca Censori depôs em uma audiência em Los Angeles na quinta-feira, respondendo a perguntas sobre a mansão em Malibu projetada pelo arquiteto Tadao Ando. Kanye West, hoje conhecido como Ye, comprou o imóvel por 57 milhões de dólares em 2021 e posteriormente o reteve com alterações significativas.

A testemunha, conhecida por sua atuação pública discreta, afirmou que o projeto manteve o conceito de residência desde o início. A percepção de que o imóvel seria um abrigo fora de rede foi descrita como uma interpretação, não uma mudança de plano.

O processo envolve Tony Saxon, ex-empregado do casal, que ajuizou ação em 2023 após trabalhar na casa em 2021. Saxon alega recebimento de salários não quitados, seguro de acidentes e danos médicos não ressarcidos, além de danos emocionais.

Jeromy Holding, outro trabalhador, afirmou que houve mudanças frequentes nos planos e que o proprietário discutia usos diversos para a casa, incluindo vínculo com uma escola privada, estúdio de gravação e espaço lúdico para os filhos.

Censori, com formação em arquitetura, atua há anos próxima a West e é conhecida por performances artísticas. No depoimento, ela descreveu o período em que buscou tratamento médico e apoio ao marido, sem entrar em detalhes financeiros do caso.

Holding relatou um episódio em que confundiu uma pessoa pública com Censori durante o trabalho, o que gerou tensão com Ye na residência. O depoimento também informou que houve confrontos entre o casal e ele, após o incidente.

O processo descreve a relação entre West, Censori e Saxon, com o objetivo de esclarecer as condições de trabalho, remuneração e responsabilidades de seguro. Não há conclusão prevista até o veredito, que depende da decisão de nove dos doze jurados.

Os advogados de Ye defenderam que Saxon recebeu cerca de 240 mil dólares por menos de dois meses de serviço. A defesa sustenta que o trabalhador buscou ser reconhecido como funcionário para obter benefícios indevidos.

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