- Luana Piovani rejeitou a pré-candidatura de Dado Dolabella a deputado federal no Rio de Janeiro e afirmou que não votará nele.
- A atriz foi agredida pelo ator em 2008 e Dolabella já acumula seis denúncias de violência doméstica.
- Dolabella filiou-se ao MDB e foi apresentado pelo presidente estadual como “pai de família”.
- O ex-ator sinalizou apoio a Flávio Bolsonaro, que pode substituir o pai na próxima eleição.
- Além de Piovani, outras denunciantes incluem Marcela Tomaszewski, Wanessa Camargo, Esmeralda de Souza, Viviane Sarahyba, Marina Dolabella e Izilda Amorim.
Luana Piovani repudiou a pré-candidatura de Dado Dolabella a deputado federal no Rio de Janeiro. A atriz foi agredida pelo ator em 2008 e disse que não espera mudança pela política atual. A fala veio após questionamento de seguidor sobre o tema.
Ao que tudo indica, Dolabella se filiou ao MDB e teve apresentação pública do presidente estadual do partido, Washington Reis, como um “pai de família”. Em rede social, ele demonstrou apoio a Flavio Bolsonaro, aspirante à próxima corrida presidencial.
Dado Dolabella carrega um histórico de denúncias de violência doméstica, com seis acusações registradas ao longo da vida. Em 2024 houve acusação de agressão física de uma modelo, amplamente veiculada após vazamento de vídeos e mensagens. Em 2025, houve relato de empurrão à Wanessa Camargo em um bar, que a cantora negou. Outras queixas envolvem Esmeralda de Souza, Viviane Sarahyba, Marina Dolabella e Izilda Amorim.
Contexto das denúncias
Marcela Tomaszewski relatou agressões físicas, chegando a mencionar que o dedo da vítima ficou ferido. A publicitária Viviane Sarahyba foi alvo de xingamentos e teve o carro pichado pelo ator. Marina Dolabella descreveu tapas e socos, segundo relatos de familiares. Esmeralda de Souza, camareira de Piovani, também figura entre as denúncias.
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