- Juliana Paes voltou como rainha de bateria da Viradouro em 2026 e diz estar vivendo um sonho após a vitória da escola.
- A presença da atriz na Sapucaí teve foco em prestar homenagem ao Mestre Ciça e no reencontro com a comunidade da escola de Niterói.
- Fora da avenida, ela tornou-se embaixadora da campanha Por um Futuro Sem Câncer de Colo do Útero, em apoio ao Março Lilás e à prevenção do HPV.
- Ela destaca a importância da vacinação contra o HPV, inclusive para os meninos, e a necessidade de desmistificar preconceitos sobre imunização.
- Juliana relembra a conversa com o pediatra sobre vacinar o filho mais velho aos 11 anos e ressalta que quanto antes vacinar, melhor para interromper o ciclo da doença.
Juliana Paes vive uma semana de celebração. A atriz retornou ao posto de rainha de bateria da Unidos do Viradouro no Carnaval 2026, a escola campeã do ano. A volta ocorreu 17 anos após a última participação nesse papel. Ela não planejou ser a figura de destaque, mas acabou marcando a folia.
Em entrevista exclusiva à Quem, Juliana disse estar vivendo um sonho com a vitória da Viradouro na Sapucaí e ressaltou o reencontro com a comunidade e com Mestre Ciça, referência histórica da bateria Furacão Vermelho e Branco. O momento ganhou caráter afetivo.
A participação em 2026 também deu lugar a uma nova missão para a atriz fora da avenida. Ela passa a atuar como embaixadora da campanha Por um Futuro Sem Câncer de Colo do Útero, ligada ao Março Lilás, que promove prevenção e conscientização sobre HPV.
Segundo Paes, a campanha busca desmistificar tabus e ampliar a vacinação contra HPV. Ela ressalta que o câncer de colo do útero é ligado a um vírus e pode ser prevenido com imunização adequada, iniciando a vacinação cedo.
A atriz relembra ainda a experiência de vacinar o filho mais velho, aos 11 anos, destacando que o envolvimento de homens é fundamental na cadeia de transmissão. Ela reforça a importância de informar diferentes públicos.
A campanha enfatiza que a vacinação precoce ajuda a interromper o ciclo da doença, especialmente antes do início da vida sexual. Juliana afirma que é papel de toda a família e da sociedade apoiar a divulgação de informações.
Ela reforça o convite à participação de meninos, meninas e pais na causa, destacando a necessidade de mostrar conteúdos sobre HPV sem discriminação. O objetivo é ampliar o alcance das ações de prevenção.
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