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Blusa de Pelé de 1966 chega a Bad Bunny em São Paulo

Camisa original de Pelé, de 1966, vestiu Bad Bunny em São Paulo, via ponte entre amigos e o maior colecionador mundial de camisas de futebol

Jaqueta usada por Pelé em 1966.
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  • Bad Bunny vestiu uma camisa histórica de Pelé, usada no Mundial de 1966, em show realizado no Allianz Parque, em São Paulo.
  • A peça faz parte de uma coleção do maior colecionador de camisas de futebol do mundo, Cássio Brandão, que mantém itens de Pelé sob registro no Alambrado FC.
  • Marvin Linares, stylist do cantor, e a equipe de produção combinaram a ponte com Brandão, intermediada por Gabriel “Caco” de Souza e Dan Moreira, para viabilizar o empréstimo.
  • Além da camisa de Pelé, Bad Bunny usou uma polo retrô da seleção brasileira da Copa do Mundo de 1962 durante o show.
  • Após o uso, as peças passaram por cuidados especiais, com limpeza delicada e manutenção das fibras para preservar o histórico das camisas.

Nos anos 60 Pelé celebrou a Copa do Mundo de 1966 vestindo agasalho que hoje volta a ganhar destaque. Em São Paulo, a peça foi transportada para o palco por Bad Bunny, que havia se apresentado no Allianz Parque. A ação buscou homenagear a história do futebol brasileiro.

A ponte entre o cantor e o item histórico aconteceu graças a um trio de amigos. Eles conheceram o stylist de Bad Bunny em um bar da capital e contaram com o contato do maior colecionador de camisas de futebol do mundo, residente em São Paulo. A ideia reuniu peças históricas.

O que aconteceu e onde

No fim de semana em que Bad Bunny fez o segundo show em SP, a jaqueta de Pelé de 1966 foi usada no palco. A apresentação ocorreu no Allianz Parque, em 21 de outubro, marcando um momento de fusão entre música e futebol.

Quem está envolvido

Cássio Brandão é o maior colecionador listado no Guinness Book e administra o Alambrado FC, marketplace de camisas históricas. Marvin Linares, stylist da equipe de Bad Bunny, liderou a seleção das peças em parceria com Gabriel Lira e Dan Moreira.

Quando e por quê

Antes do show, quatro horas antes, o grupo visitou o escritório do Alambrado FC para escolher o que seria vestindo. A decisão privilegiou uma peça de Pelé de 1966, além de itens adicionais da seleção brasileira, em homenagem às raízes históricas.

Como foi a operação

As peças foram retiradas com cuidado do escritório, passaram por tratamento especial e retorno ao local de origem no dia seguinte. O processo envolveu controle de temperatura, luvas, limpeza suave e uso de vapor para recompor fibras, preservando odores e marcas.

Por que é relevante

O ato reforça a ligação entre a cultura latina e o futebol, ampliando o reconhecimento de peças históricas em eventos contemporâneos. A história é apresentada como uma cooperação entre fãs, colecionadores e profissionais da moda, com foco na preservação.

Cuidados com a peça

Após o uso, a camisa de Pelé recebeu tratamento para secar naturalmente e manter a integridade das fibras. O responsável pelo acervo descreveu o processo como cuidadoso, com atenção aos detalhes para evitar danos.

Contexto e desdobramentos

O episódio integra a trajetória de Pelé como referência histórica, além de evidenciar a atuação de colecionadores e produtores na preservação de itens icônicos. A iniciativa reforça a importância de manter materiais esportivos com valor cultural.

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