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Aline Borges deseja interpretar Lélia Gonzalez, figura icônica

Aline Borges revela desejo de interpretar Lélia Gonzalez, figura icônica, em projeto futuro; Carnaval da Unidos da Tijuca homenageou Carolina Maria de Jesus

Aline Borges revela desejo de interpretar a escritora Lélia Gonzalez: ‘Figura icônica’ — Foto: Quem / USP
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  • Aline Borges, 45 anos, revelou à revista Quem o desejo de interpretar a escritora Lélia Gonzalez, descrita como figura icônica.
  • Lélia Gonzalez foi ativista, escritora, filósofa e antropóloga e uma das principais vozes do movimento negro e feminista no Brasil.
  • A atriz desfilou pela Unidos da Tijuca no Carnaval de 2026, que homenageou Carolina Maria de Jesus, interpretada por Maria Gal.
  • Aline ressaltou a importância de conhecer heroínas negras e citou Conceição Evaristo, celebrada pela Império Serrano no Carnaval anterior.
  • Ela afirmou que o Carnaval é memória, resgate e atitude, e que os sambas-enredo ensinam sobre a própria história.

Aline Borges, de 45 anos, revelou à Quem o interesse em interpretar a escritora Lélia Gonzalez nas telas. Ela afirma que Lélia é uma figura icônica e que dar vida a quem marcou a história é um desafio com grande responsabilidade.

Aline também atua como ativista e escritora, destacando que Lélia Gonzalez foi uma voz importante no movimento negro e feminista no Brasil. A atriz enxerga o alcance de sua obra na discussão sobre raça, gênero e identidade na América Latina.

A atriz desfilou recentemente pela Unidos da Tijuca no Carnaval 2026, no Grupo Especial, na cidade do Rio de Janeiro. A escola prestou homenagem à escritora Carolina Maria de Jesus, interpretada por Maria Gal, celebrando a memória da autora mineira.

Durante a celebração, Aline ressaltou a importância de valorizar heroínas reconhecidas na cultura brasileira. Ela destacou ainda a força de figuras como Conceição Evaristo, celebrada por outra escola no desfile anterior, e a necessidade de ampliar o conhecimento sobre essas escritoras negras.

Para a artista, o Carnaval é ferramenta de resgate e memória. Ela reforçou que os sambas-enredo costumam ensinar sobre a própria história do país e sobre quem fez a diferença na sociedade. Aline afirma que esse reconhecimento é essencial para o público.

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