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Carnaval 2026: cinco perrengues, incluindo desfile proibido e tapa-sexo solto

Perrengues no Carnaval 2026: tapas-sexo solto, fantasias pesadas e veto de participação marcam desfiles de celebridades como Virginia Fonseca e Mulher Pera

Mulher Pera e Virginia enfretaram problemas com fantasia — Foto: Agnews
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  • O Carnaval de 2026 teve fantasias grandiosas, mas muitos desfiles foram marcados por perrengues com figurinos pesados e itens que se soltaram.
  • Virginia Fonseca desfilou como rainha de bateria da Grande Rio na Sapucaí e parte do tapa-sexo da fantasia se descolou, exigindo contensão durante a apresentação.
  • Suéllem Cury, a Mulher Pera, foi impedida de entrar na avenida pela Mocidade Unida da Mooca no Anhembi, após divergência sobre o figurino entregue versus o croqui inicial.
  • Gkay enfrentou rompimento na parte de trás da blusa durante a festa e improvisou com um barbante; no dia seguinte levou kit de primeiros socorros.
  • Gracyanne Barbosa chegou atrasada à concentração, desfilou com tênis e joelheira por causa de lesão, e Alane Dias ficou com o top de cola quente cedido, optando por fantasia sustentável na quadra.

Mulheres e celebridades enfrentaram contratempos com fantasias durante o Carnaval 2026. Em desfiles e ensaios, peças pesadas, ajustes de última hora e problemas de figurino impactaram apresentações na Sapucaí e no Anhembi. Os casos, relatados por veículos de imprensa, mostram a cada momento o desafio de manter o glamour diante de imprevistos.

Na madrugada de quarta-feira, Virginia Fonseca desfilou como rainha de bateria pela Grande Rio na Marquês de Sapucaí. Parte do tapa-sexo descolou, o que obrigou a influenciadora a sambar com mais contenção. A fantasia tinha costeiro volumoso e pesava cerca de 15 kg, provocando desconforto.

Ainda em São Paulo, Suéllem Cury, conhecida como Mulher Pera, foi impedida de entrar na avenida pela Mocidade Unida da Mooca. O motivo foi uma discordância entre o croqui inicial e o figurino entregue pela escola, que não liberou mudanças na concentração.

Gkay também viveu perrengue de moda na Sapucaí. A blusa da produção estourou na segunda-feira, durante o movimento de público. Foi usada uma solução improvisada com barbante emprestado por moradora próxima.

Gracyanne Barbosa, que retornava ao Carnaval carioca como rainha de bateria pela União da Ilha, chegou atrasada à concentração. A escola iniciou o desfile sem a musa. O atraso foi atribuído a problemas com a fantasia, e ela usou tênis e joelheira por conta de lesão.

No mesmo mês, Alane Dias teve incidente no ensaio da Grande Rio. O top feito de cola quente cedeu, mas a atriz continuou a dança. Em geral, a ex-BBB previne-se levando um segundo look e já desfilou com fantasia sustentável na apresentação oficial.

Desafios das fantasias

  • Fantasias pesadas e estruturas volumosas exigem ajustes constantes nos ensaios.
  • Descolamento de peças e rupturas são comuns em desfiles com movimento intenso.
  • Mudanças de croqui, entregas diferentes e itens de última hora geram conflitos entre artistas e escolas.

Os relatos apontam que, apesar do brilho das fantasias, a coordenação entre equipes é crucial para evitar interrupções. Fontes citadas destacam a importância de testes prévios, reservas de peças e suporte médico para lesões.

As situações chamam atenção para a logística por trás do Carnaval, com foco no bem-estar das protagonistas. Nunca houve apelo público; as informações são de cobertura jornalística sobre os acontecimentos.

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