- Adriane Galisteu foi rainha de bateria da Unidos da Tijuca por cinco anos e desfilou grávida em 2010, quando a escola foi campeã.
- Em 2011, Galisteu foi retirada do posto; rumores na época apontaram insatisfação com a frequência nos ensaios.
- Gracyanne Barbosa foi escolhida como substituta, levando a Tijuca ao bicampeonato em 2012, mas permaneceu pouco tempo no cargo.
- Gracyanne contou que o presidente da Tijuca não atendia às ligações e que houve acordos não cumpridos relacionados a shows de Belo na quadra da escola.
- Segundo o jornal Extra, a saída de Galisteu teria relação com perda de glamour para a Tijuca, mesmo com a presença de Gracyanne.
Adriane Galisteu e Gracyanne Barbosa foram protagonistas de uma dança das cadeiras polêmica envolvendo a Unidos da Tijuca no início dos anos 2010. Muita gente destacou o episódio histórico ao longo do Carnaval atual do Rio de Janeiro, quando as duas aparecem em outras posições em escolas distintas.
A rivalidade entre a posição de rainha de bateria e a função de musa ganhou visibilidade após Galisteu ter sido rainha da Tijuca por cinco anos. Em 2010, desfilou grávida e a escola conquistou o título, encerrando um jejum de 74 anos sem vitórias.
Galisteu permaneceu no posto em 2011, mas foi substituída ainda naquele ano. Na época circularam rumores de que o presidente da Tijuca, Fernando Horta, havia ficado insatisfeito com a frequência da apresentadora nos ensaios.
Gracyanne Barbosa foi escolhida para ocupar o posto de rainha da Tijuca, mas deixou a escola de forma conturbada pouco tempo depois. Em entrevista à imprensa, a musa fitness relatou falhas na comunicação com a presidência e afirmou que acordos não teriam sido cumpridos.
Segundo o relato na época, os compromissos envolvendo shows de Belo na quadra da escola teriam motivado a saída de Gracyanne. Em algumas oportunidades, o artista participou de apresentações que não ocorreram conforme o combinado com a diretoria.
A Tijuca, ao longo de 2012, acabou sagrando-se campeã novamente, mas a mudança de rainha gerou debates sobre glamour e atratividade da escola. Fernando Horta avaliou que a saída de Galisteu reduzira o glamour da escola, que tradicionalmente captava flashes na avenida.
Ao longo do tempo, Juliana Alves assumiu o posto de rainha da Tijuca e ficou na função até 2018, consolidando uma sequência de mudanças de titulares. O episódio é lembrado como um marco de tensões internas na relação entre direção, musa e imprensa.
O assunto retorna aos holofotes neste Carnaval, quando as duas personalidades aparecem em desfiles de outras escolas e reforçam a memória de um período de dança das cadeiras que marcou a história da Tijuca.
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